Taxa de mortalidade no trânsito — todos os países

Taxa de mortalidade no trânsito — Uruguai

Taxa de mortalidade no trânsito no Uruguai em 2019 — 14,8 por 100 mil. Posição 85 no mundo, de um total de 183. Desde 2000, o indicador caiu 11,9%.

2019 14,8 por 100 mil −6,33% vs 2018
Posição no mundo 85de 183
Máximo do período 17,5 por 100 mil2011
Mínimo do período 12,2 por 100 mil2003

Evolução ao longo do tempo

2000–2019 · por 100.000 pessoas

Taxa de mortalidade no trânsito — Uruguai, 2000–201912141618200020022004200620082010201220142016201820192000: 16,8 por 100 mil2001: 15,6 por 100 mil2002: 12,3 por 100 mil2003: 12,2 por 100 mil2004: 13,9 por 100 mil2005: 12,8 por 100 mil2006: 14,5 por 100 mil2007: 14,4 por 100 mil2008: 15,9 por 100 mil2009: 16,5 por 100 mil2010: 17,1 por 100 mil2011: 17,5 por 100 mil2012: 15,6 por 100 mil2013: 17,3 por 100 mil2014: 16,3 por 100 mil2015: 15,3 por 100 mil2016: 13,4 por 100 mil2017: 14,1 por 100 mil2018: 15,8 por 100 mil2019: 14,8 por 100 mil
Variação no período: −2 (−11,9%) Taxa média anual: -0,66 %

Comparação, 2019

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uruguai

Uruguai 14,8 por 100 mil
Mundo 16,7 por 100 mil
América Latina e Caribe 17,3 por 100 mil
América do Sul calculado 17,5 por 100 mil
Países de renda alta calculado 8,7 por 100 mil
Taxa de mortalidade no trânsito — Uruguai, por ano Uruguai Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2019 14,8 −1 −6,33%
2018 15,8 +1,7 +12,06%
2017 14,1 +0,7 +5,22%
2016 13,4 −1,9 −12,42%
2015 15,3 −1 −6,13%
2014 16,3 −1 −5,78%
2013 17,3 +1,7 +10,9%
2012 15,6 −1,9 −10,86%
2011 17,5 +0,4 +2,34%
2010 17,1 +0,6 +3,64%
2009 16,5 +0,6 +3,77%
2008 15,9 +1,5 +10,42%
2007 14,4 −0,1 −0,69%
2006 14,5 +1,7 +13,28%
2005 12,8 −1,1 −7,91%
2004 13,9 +1,7 +13,93%
2003 12,2 −0,1 −0,81%
2002 12,3 −3,3 −21,15%
2001 15,6 −1,2 −7,14%
2000 16,8

Sobre o indicador

Número de mortes em acidentes de trânsito por 100.000 pessoas ao ano, segundo estimativas da OMS. É uma estimativa, e não a soma dos boletins de ocorrência: em muitos países entram na estatística apenas as mortes no local, e quem morre depois no hospital fica de fora, por isso a OMS ajusta os dados a uma regra única de trinta dias. A diferença entre países chega a dez vezes e é definida menos pelo número de carros do que pelo estado das vias, pelas regras e pelo cumprimento delas.

Importante: É calculada sobre a população, e não sobre o número de veículos ou os quilômetros rodados. Pelo risco por quilômetro a ordem dos países é outra: onde a frota é pequena, há mais acidentes por veículo.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.