Taxa de mortalidade no trânsito — todos os países

Taxa de mortalidade no trânsito — Argentina

Taxa de mortalidade no trânsito na Argentina em 2019 — 14,1 por 100 mil. Posição 84 no mundo, de um total de 183. Desde 2000, o indicador aumentou 22,6%.

2019 14,1 por 100 mil +3,68% vs 2018
Posição no mundo 84de 183
Máximo do período 14,8 por 100 mil2008
Mínimo do período 9,4 por 100 mil2003

Evolução ao longo do tempo

2000–2019 · por 100.000 pessoas

Taxa de mortalidade no trânsito — Argentina, 2000–2019810121416200020022004200620082010201220142016201820192000: 11,5 por 100 mil2001: 11,6 por 100 mil2002: 9,8 por 100 mil2003: 9,4 por 100 mil2004: 10,6 por 100 mil2005: 11,6 por 100 mil2006: 13,1 por 100 mil2007: 14,1 por 100 mil2008: 14,8 por 100 mil2009: 13,3 por 100 mil2010: 12,8 por 100 mil2011: 13,9 por 100 mil2012: 13,1 por 100 mil2013: 14,3 por 100 mil2014: 13,4 por 100 mil2015: 13,9 por 100 mil2016: 14,1 por 100 mil2017: 14 por 100 mil2018: 13,6 por 100 mil2019: 14,1 por 100 mil
Variação no período: +2,6 (+22,61%) Taxa média anual: 1,08 %

Comparação, 2019

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 14,1 por 100 mil
Mundo 16,7 por 100 mil
América Latina e Caribe 17,3 por 100 mil
América do Sul calculado 17,5 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 16,8 por 100 mil
Taxa de mortalidade no trânsito — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2019 14,1 +0,5 +3,68%
2018 13,6 −0,4 −2,86%
2017 14 −0,1 −0,71%
2016 14,1 +0,2 +1,44%
2015 13,9 +0,5 +3,73%
2014 13,4 −0,9 −6,29%
2013 14,3 +1,2 +9,16%
2012 13,1 −0,8 −5,76%
2011 13,9 +1,1 +8,59%
2010 12,8 −0,5 −3,76%
2009 13,3 −1,5 −10,14%
2008 14,8 +0,7 +4,96%
2007 14,1 +1 +7,63%
2006 13,1 +1,5 +12,93%
2005 11,6 +1 +9,43%
2004 10,6 +1,2 +12,77%
2003 9,4 −0,4 −4,08%
2002 9,8 −1,8 −15,52%
2001 11,6 +0,1 +0,87%
2000 11,5

Sobre o indicador

Número de mortes em acidentes de trânsito por 100.000 pessoas ao ano, segundo estimativas da OMS. É uma estimativa, e não a soma dos boletins de ocorrência: em muitos países entram na estatística apenas as mortes no local, e quem morre depois no hospital fica de fora, por isso a OMS ajusta os dados a uma regra única de trinta dias. A diferença entre países chega a dez vezes e é definida menos pelo número de carros do que pelo estado das vias, pelas regras e pelo cumprimento delas.

Importante: É calculada sobre a população, e não sobre o número de veículos ou os quilômetros rodados. Pelo risco por quilômetro a ordem dos países é outra: onde a frota é pequena, há mais acidentes por veículo.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.