Taxa de mortalidade no trânsito — todos os países

Taxa de mortalidade no trânsito — São Vicente e Granadinas

Taxa de mortalidade no trânsito em São Vicente e Granadinas em 2019 — 7,4 por 100 mil. Posição 38 no mundo, de um total de 183. Desde 2000, o indicador aumentou 60,9%.

2019 7,4 por 100 mil +4,23% vs 2018
Posição no mundo 38de 183
Máximo do período 12,9 por 100 mil2006
Mínimo do período 3,7 por 100 mil2010

Evolução ao longo do tempo

2000–2019 · por 100.000 pessoas

Taxa de mortalidade no trânsito — São Vicente e Granadinas, 2000–2019051015200020022004200620082010201220142016201820192000: 4,6 por 100 mil2001: 5,6 por 100 mil2002: 4,6 por 100 mil2003: 10,2 por 100 mil2004: 7,4 por 100 mil2005: 8,3 por 100 mil2006: 12,9 por 100 mil2007: 8,2 por 100 mil2008: 5,5 por 100 mil2009: 7,8 por 100 mil2010: 3,7 por 100 mil2011: 3,7 por 100 mil2012: 5,5 por 100 mil2013: 8,3 por 100 mil2014: 6,4 por 100 mil2015: 6,4 por 100 mil2016: 6,4 por 100 mil2017: 6,9 por 100 mil2018: 7,1 por 100 mil2019: 7,4 por 100 mil
Variação no período: +2,8 (+60,87%) Taxa média anual: 2,53 %

Comparação, 2019

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 7,4 por 100 mil
Mundo 16,7 por 100 mil
América Latina e Caribe 17,3 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 16,8 por 100 mil
Taxa de mortalidade no trânsito — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2019 7,4 +0,3 +4,23%
2018 7,1 +0,2 +2,9%
2017 6,9 +0,5 +7,81%
2016 6,4 +0 +0%
2015 6,4 +0 +0%
2014 6,4 −1,9 −22,89%
2013 8,3 +2,8 +50,91%
2012 5,5 +1,8 +48,65%
2011 3,7 +0 +0%
2010 3,7 −4,1 −52,56%
2009 7,8 +2,3 +41,82%
2008 5,5 −2,7 −32,93%
2007 8,2 −4,7 −36,43%
2006 12,9 +4,6 +55,42%
2005 8,3 +0,9 +12,16%
2004 7,4 −2,8 −27,45%
2003 10,2 +5,6 +121,74%
2002 4,6 −1 −17,86%
2001 5,6 +1 +21,74%
2000 4,6

Sobre o indicador

Número de mortes em acidentes de trânsito por 100.000 pessoas ao ano, segundo estimativas da OMS. É uma estimativa, e não a soma dos boletins de ocorrência: em muitos países entram na estatística apenas as mortes no local, e quem morre depois no hospital fica de fora, por isso a OMS ajusta os dados a uma regra única de trinta dias. A diferença entre países chega a dez vezes e é definida menos pelo número de carros do que pelo estado das vias, pelas regras e pelo cumprimento delas.

Importante: É calculada sobre a população, e não sobre o número de veículos ou os quilômetros rodados. Pelo risco por quilômetro a ordem dos países é outra: onde a frota é pequena, há mais acidentes por veículo.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.