Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Guiana

Remessas recebidas na Guiana em 2023 — 545.579.978 US$. Posição 104 no mundo, de um total de 173. Desde 1982, o indicador aumentou 23.620,9%.

2023 546 mi US$ +1,2% vs 2022
Posição no mundo 104de 173
Máximo do período 553 mi US$2021
Mínimo do período 1,02 mi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1982–2023 · US$

Remessas recebidas — Guiana, 1982–20230200 mi400 mi600 mi1982198719921997200220072012201720221982: 2.300.000 US$1983: 1.166.667 US$1984: 2.609.895 US$1992: 1.020.000 US$1993: 1.210.000 US$1994: 1.340.000 US$1995: 1.700.000 US$1996: 14.600.000 US$1997: 15.000.000 US$1998: 14.000.000 US$1999: 20.500.000 US$2000: 27.300.000 US$2001: 22.300.000 US$2002: 51.000.000 US$2003: 99.300.000 US$2004: 153.009.000 US$2005: 201.289.000 US$2006: 218.076.000 US$2007: 278.496.000 US$2008: 273.896.014 US$2009: 262.065.846 US$2010: 367.805.406 US$2011: 412.200.000 US$2012: 469.258.406 US$2013: 328.152.658 US$2014: 329.658.105 US$2015: 302.773.518 US$2016: 322.734.758 US$2017: 322.340.618 US$2018: 333.692.746 US$2019: 380.358.401 US$2020: 441.066.006 US$2021: 553.487.993 US$2022: 539.131.835 US$2023: 545.579.978 US$
Variação no período: +543 mi (+23.620,87%) Taxa média anual: 14,27 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiana

Guiana 546 mi US$
Mundo 796 bi US$
América do Sul calculado 28,76 bi US$
Países de renda alta calculado 194 bi US$
Remessas recebidas — Guiana, por ano Guiana Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 546 mi +6,45 mi +1,2%
2022 539 mi −14,36 mi −2,59%
2021 553 mi +112 mi +25,49%
2020 441 mi +60,71 mi +15,96%
2019 380 mi +46,67 mi +13,98%
2018 334 mi +11,35 mi +3,52%
2017 322 mi −394.140 −0,12%
2016 323 mi +19,96 mi +6,59%
2015 303 mi −26,88 mi −8,16%
2014 330 mi +1,51 mi +0,46%
2013 328 mi −141 mi −30,07%
2012 469 mi +57,06 mi +13,84%
2011 412 mi +44,39 mi +12,07%
2010 368 mi +106 mi +40,35%
2009 262 mi −11,83 mi −4,32%
2008 274 mi −4,6 mi −1,65%
2007 278 mi +60,42 mi +27,71%
2006 218 mi +16,79 mi +8,34%
2005 201 mi +48,28 mi +31,55%
2004 153 mi +53,71 mi +54,09%
2003 99,3 mi +48,3 mi +94,71%
2002 51 mi +28,7 mi +128,7%
2001 22,3 mi −5 mi −18,32%
2000 27,3 mi +6,8 mi +33,17%
1999 20,5 mi +6,5 mi +46,43%
1998 14 mi −1 mi −6,67%
1997 15 mi +400.000 +2,74%
1996 14,6 mi +12,9 mi +758,82%
1995 1,7 mi +360.000 +26,87%
1994 1,34 mi +130.000 +10,74%
1993 1,21 mi +190.000 +18,63%
1992 1,02 mi
1984 2,61 mi +1,44 mi +123,71%
1983 1,17 mi −1,13 mi −49,28%
1982 2,3 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.