Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Peru

Remessas recebidas no Peru em 2025 — 5.299.341.957 US$. Posição 31 no mundo, de um total de 94. Desde 1990, o indicador aumentou 5.991,2%.

2025 5,3 bi US$ +7,41% vs 2024
Posição no mundo 31de 94
Máximo do período 5,3 bi US$2025
Mínimo do período 87 mi US$1990

Evolução ao longo do tempo

1990–2025 · US$

Remessas recebidas — Peru, 1990–202502 bi4 bi6 bi19901994199820022006201020142018202220251990: 87.000.000 US$1991: 148.000.000 US$1992: 240.000.000 US$1993: 289.000.000 US$1994: 473.000.000 US$1995: 599.000.000 US$1996: 597.000.000 US$1997: 636.000.000 US$1998: 647.000.000 US$1999: 670.000.000 US$2000: 717.663.840 US$2001: 753.211.439 US$2002: 705.382.493 US$2003: 868.500.000 US$2004: 1.132.713.590 US$2005: 1.440.067.536 US$2006: 1.837.494.274 US$2007: 2.130.814.663 US$2008: 2.443.644.585 US$2009: 2.408.698.137 US$2010: 2.533.910.907 US$2011: 2.696.961.723 US$2012: 2.839.028.050 US$2013: 2.748.412.445 US$2014: 2.689.539.157 US$2015: 2.765.008.768 US$2016: 2.943.093.589 US$2017: 3.112.765.346 US$2018: 3.234.308.884 US$2019: 3.344.555.059 US$2020: 2.906.814.456 US$2021: 3.607.925.054 US$2022: 3.710.805.234 US$2023: 4.446.814.855 US$2024: 4.933.771.110 US$2025: 5.299.341.957 US$
Variação no período: +5,21 bi (+5.991,2%) Taxa média anual: 12,46 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Peru

Peru 5,3 bi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Peru, por ano Peru Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 5,3 bi +366 mi +7,41%
2024 4,93 bi +487 mi +10,95%
2023 4,45 bi +736 mi +19,83%
2022 3,71 bi +103 mi +2,85%
2021 3,61 bi +701 mi +24,12%
2020 2,91 bi −438 mi −13,09%
2019 3,34 bi +110 mi +3,41%
2018 3,23 bi +122 mi +3,9%
2017 3,11 bi +170 mi +5,77%
2016 2,94 bi +178 mi +6,44%
2015 2,77 bi +75,47 mi +2,81%
2014 2,69 bi −58,87 mi −2,14%
2013 2,75 bi −90,62 mi −3,19%
2012 2,84 bi +142 mi +5,27%
2011 2,7 bi +163 mi +6,43%
2010 2,53 bi +125 mi +5,2%
2009 2,41 bi −34,95 mi −1,43%
2008 2,44 bi +313 mi +14,68%
2007 2,13 bi +293 mi +15,96%
2006 1,84 bi +397 mi +27,6%
2005 1,44 bi +307 mi +27,13%
2004 1,13 bi +264 mi +30,42%
2003 869 mi +163 mi +23,12%
2002 705 mi −47,83 mi −6,35%
2001 753 mi +35,55 mi +4,95%
2000 718 mi +47,66 mi +7,11%
1999 670 mi +23 mi +3,55%
1998 647 mi +11 mi +1,73%
1997 636 mi +39 mi +6,53%
1996 597 mi −2 mi −0,33%
1995 599 mi +126 mi +26,64%
1994 473 mi +184 mi +63,67%
1993 289 mi +49 mi +20,42%
1992 240 mi +92 mi +62,16%
1991 148 mi +61 mi +70,11%
1990 87 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.