Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Brasil

Remessas recebidas no Brasil em 2025 — 4.758.109.117 US$. Posição 34 no mundo, de um total de 94. Desde 1975, o indicador aumentou 5.702,6%.

2025 4,76 bi US$ −2,94% vs 2024
Posição no mundo 34de 94
Máximo do período 4,97 bi US$2022
Mínimo do período 29 mi US$1983

Evolução ao longo do tempo

1975–2025 · US$

Remessas recebidas — Brasil, 1975–202502 bi4 bi6 bi197519801985199019952000200520102015202020251975: 82.000.000 US$1976: 81.000.000 US$1977: 61.000.000 US$1978: 113.000.000 US$1979: 73.000.000 US$1980: 111.000.000 US$1981: 124.000.000 US$1982: 57.000.000 US$1983: 29.000.000 US$1984: 46.000.000 US$1985: 40.000.000 US$1986: 40.000.000 US$1987: 42.000.000 US$1988: 32.000.000 US$1989: 120.000.000 US$1990: 573.000.000 US$1991: 1.110.000.000 US$1992: 1.791.000.000 US$1993: 1.247.000.000 US$1994: 2.068.000.000 US$1995: 2.952.000.000 US$1996: 2.059.000.000 US$1997: 1.572.000.000 US$1998: 1.236.000.000 US$1999: 1.501.000.000 US$2000: 1.349.591.000 US$2001: 1.448.914.000 US$2002: 2.003.791.000 US$2003: 2.286.680.000 US$2004: 2.812.514.000 US$2005: 2.805.358.000 US$2006: 3.287.162.000 US$2007: 3.305.694.000 US$2008: 3.642.585.000 US$2009: 2.889.159.500 US$2010: 3.082.801.866 US$2011: 3.214.602.243 US$2012: 2.784.072.055 US$2013: 2.717.675.069 US$2014: 2.647.908.513 US$2015: 2.896.909.952 US$2016: 2.739.786.527 US$2017: 2.698.770.651 US$2018: 2.933.489.276 US$2019: 3.213.621.677 US$2020: 3.566.219.438 US$2021: 4.102.018.148 US$2022: 4.973.758.735 US$2023: 4.433.700.953 US$2024: 4.902.400.448 US$2025: 4.758.109.117 US$
Variação no período: +4,68 bi (+5.702,57%) Taxa média anual: 8,46 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 4,76 bi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 4,76 bi −144 mi −2,94%
2024 4,9 bi +469 mi +10,57%
2023 4,43 bi −540 mi −10,86%
2022 4,97 bi +872 mi +21,25%
2021 4,1 bi +536 mi +15,02%
2020 3,57 bi +353 mi +10,97%
2019 3,21 bi +280 mi +9,55%
2018 2,93 bi +235 mi +8,7%
2017 2,7 bi −41,02 mi −1,5%
2016 2,74 bi −157 mi −5,42%
2015 2,9 bi +249 mi +9,4%
2014 2,65 bi −69,77 mi −2,57%
2013 2,72 bi −66,4 mi −2,38%
2012 2,78 bi −431 mi −13,39%
2011 3,21 bi +132 mi +4,28%
2010 3,08 bi +194 mi +6,7%
2009 2,89 bi −753 mi −20,68%
2008 3,64 bi +337 mi +10,19%
2007 3,31 bi +18,53 mi +0,56%
2006 3,29 bi +482 mi +17,17%
2005 2,81 bi −7,16 mi −0,25%
2004 2,81 bi +526 mi +23%
2003 2,29 bi +283 mi +14,12%
2002 2 bi +555 mi +38,3%
2001 1,45 bi +99,32 mi +7,36%
2000 1,35 bi −151 mi −10,09%
1999 1,5 bi +265 mi +21,44%
1998 1,24 bi −336 mi −21,37%
1997 1,57 bi −487 mi −23,65%
1996 2,06 bi −893 mi −30,25%
1995 2,95 bi +884 mi +42,75%
1994 2,07 bi +821 mi +65,84%
1993 1,25 bi −544 mi −30,37%
1992 1,79 bi +681 mi +61,35%
1991 1,11 bi +537 mi +93,72%
1990 573 mi +453 mi +377,5%
1989 120 mi +88 mi +275%
1988 32 mi −10 mi −23,81%
1987 42 mi +2 mi +5%
1986 40 mi +0 +0%
1985 40 mi −6 mi −13,04%
1984 46 mi +17 mi +58,62%
1983 29 mi −28 mi −49,12%
1982 57 mi −67 mi −54,03%
1981 124 mi +13 mi +11,71%
1980 111 mi +38 mi +52,05%
1979 73 mi −40 mi −35,4%
1978 113 mi +52 mi +85,25%
1977 61 mi −20 mi −24,69%
1976 81 mi −1 mi −1,22%
1975 82 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.