Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Equador

Remessas recebidas no Equador em 2025 — 7.734.058.772 US$. Posição 25 no mundo, de um total de 94. Desde 1976, o indicador aumentou 234.265,4%.

2025 7,73 bi US$ +18,18% vs 2024
Posição no mundo 25de 94
Máximo do período 7,73 bi US$2025
Mínimo do período 1 mi US$1989

Evolução ao longo do tempo

1976–2025 · US$

Remessas recebidas — Equador, 1976–202502 bi4 bi6 bi8 bi197619811986199119962001200620112016202120251976: 3.300.000 US$1986: 3.000.000 US$1987: 3.000.000 US$1988: 2.000.000 US$1989: 1.000.000 US$1990: 51.000.000 US$1991: 56.000.000 US$1992: 75.000.000 US$1993: 202.919.998 US$1994: 276.230.011 US$1995: 386.120.000 US$1996: 488.960.000 US$1997: 647.720.000 US$1998: 798.720.000 US$1999: 1.089.520.000 US$2000: 1.322.301.000 US$2001: 1.420.558.147 US$2002: 1.438.022.869 US$2003: 1.633.427.048 US$2004: 1.838.041.771 US$2005: 2.460.000.000 US$2006: 2.933.808.811 US$2007: 3.341.337.813 US$2008: 3.088.633.129 US$2009: 2.742.436.211 US$2010: 2.599.027.039 US$2011: 2.680.596.337 US$2012: 2.476.225.962 US$2013: 2.458.803.089 US$2014: 2.472.449.389 US$2015: 2.387.555.892 US$2016: 2.612.078.852 US$2017: 2.849.068.577 US$2018: 3.039.078.509 US$2019: 3.242.684.317 US$2020: 3.343.696.164 US$2021: 4.367.441.781 US$2022: 4.747.980.446 US$2023: 5.452.432.477 US$2024: 6.544.355.901 US$2025: 7.734.058.772 US$
Variação no período: +7,73 bi (+234.265,42%) Taxa média anual: 17,16 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Equador

Equador 7,73 bi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Equador, por ano Equador Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 7,73 bi +1,19 bi +18,18%
2024 6,54 bi +1,09 bi +20,03%
2023 5,45 bi +704 mi +14,84%
2022 4,75 bi +381 mi +8,71%
2021 4,37 bi +1,02 bi +30,62%
2020 3,34 bi +101 mi +3,12%
2019 3,24 bi +204 mi +6,7%
2018 3,04 bi +190 mi +6,67%
2017 2,85 bi +237 mi +9,07%
2016 2,61 bi +225 mi +9,4%
2015 2,39 bi −84,89 mi −3,43%
2014 2,47 bi +13,65 mi +0,55%
2013 2,46 bi −17,42 mi −0,7%
2012 2,48 bi −204 mi −7,62%
2011 2,68 bi +81,57 mi +3,14%
2010 2,6 bi −143 mi −5,23%
2009 2,74 bi −346 mi −11,21%
2008 3,09 bi −253 mi −7,56%
2007 3,34 bi +408 mi +13,89%
2006 2,93 bi +474 mi +19,26%
2005 2,46 bi +622 mi +33,84%
2004 1,84 bi +205 mi +12,53%
2003 1,63 bi +195 mi +13,59%
2002 1,44 bi +17,46 mi +1,23%
2001 1,42 bi +98,26 mi +7,43%
2000 1,32 bi +233 mi +21,37%
1999 1,09 bi +291 mi +36,41%
1998 799 mi +151 mi +23,31%
1997 648 mi +159 mi +32,47%
1996 489 mi +103 mi +26,63%
1995 386 mi +110 mi +39,78%
1994 276 mi +73,31 mi +36,13%
1993 203 mi +128 mi +170,56%
1992 75 mi +19 mi +33,93%
1991 56 mi +5 mi +9,8%
1990 51 mi +50 mi +5.000%
1989 1 mi −1 mi −50%
1988 2 mi −1 mi −33,33%
1987 3 mi +0 +0%
1986 3 mi
1976 3,3 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.