Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Paraguai

Remessas recebidas no Paraguai em 2025 — 1.525.903.924 US$. Posição 52 no mundo, de um total de 94. Desde 1975, o indicador aumentou 25.762,8%.

2025 1,53 bi US$ +34,27% vs 2024
Posição no mundo 52de 94
Máximo do período 1,53 bi US$2025
Mínimo do período 5,9 mi US$1975

Evolução ao longo do tempo

1975–2025 · US$

Remessas recebidas — Paraguai, 1975–20250500 mi1 bi1,5 bi2 bi197519801985199019952000200520102015202020251975: 5.900.000 US$1976: 7.300.000 US$1977: 17.500.000 US$1978: 37.500.000 US$1979: 36.400.002 US$1980: 52.099.998 US$1981: 63.099.998 US$1982: 41.400.002 US$1983: 33.200.001 US$1984: 24.000.000 US$1985: 9.600.000 US$1986: 13.700.000 US$1987: 22.700.001 US$1988: 23.900.000 US$1989: 39.500.000 US$1990: 33.799.999 US$1991: 42.400.002 US$1992: 63.900.002 US$1993: 94.599.998 US$1994: 147.899.994 US$1995: 134.900.000 US$1996: 136.900.000 US$1997: 141.200.000 US$1998: 142.600.000 US$1999: 148.000.000 US$2000: 151.700.000 US$2001: 140.000.000 US$2002: 98.700.000 US$2003: 109.500.000 US$2004: 132.000.000 US$2005: 161.300.000 US$2006: 336.000.000 US$2007: 340.786.000 US$2008: 362.630.000 US$2009: 377.300.000 US$2010: 409.885.000 US$2011: 540.670.000 US$2012: 634.100.000 US$2013: 623.280.000 US$2014: 506.640.000 US$2015: 553.640.400 US$2016: 656.858.400 US$2017: 839.385.542 US$2018: 852.753.958 US$2019: 824.064.828 US$2020: 756.414.482 US$2021: 825.000.911 US$2022: 868.643.763 US$2023: 930.843.214 US$2024: 1.136.457.643 US$2025: 1.525.903.924 US$
Variação no período: +1,52 bi (+25.762,78%) Taxa média anual: 11,75 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Paraguai

Paraguai 1,53 bi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Paraguai, por ano Paraguai Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 1,53 bi +389 mi +34,27%
2024 1,14 bi +206 mi +22,09%
2023 931 mi +62,2 mi +7,16%
2022 869 mi +43,64 mi +5,29%
2021 825 mi +68,59 mi +9,07%
2020 756 mi −67,65 mi −8,21%
2019 824 mi −28,69 mi −3,36%
2018 853 mi +13,37 mi +1,59%
2017 839 mi +183 mi +27,79%
2016 657 mi +103 mi +18,64%
2015 554 mi +47 mi +9,28%
2014 507 mi −117 mi −18,71%
2013 623 mi −10,82 mi −1,71%
2012 634 mi +93,43 mi +17,28%
2011 541 mi +131 mi +31,91%
2010 410 mi +32,59 mi +8,64%
2009 377 mi +14,67 mi +4,05%
2008 363 mi +21,84 mi +6,41%
2007 341 mi +4,79 mi +1,42%
2006 336 mi +175 mi +108,31%
2005 161 mi +29,3 mi +22,2%
2004 132 mi +22,5 mi +20,55%
2003 110 mi +10,8 mi +10,94%
2002 98,7 mi −41,3 mi −29,5%
2001 140 mi −11,7 mi −7,71%
2000 152 mi +3,7 mi +2,5%
1999 148 mi +5,4 mi +3,79%
1998 143 mi +1,4 mi +0,99%
1997 141 mi +4,3 mi +3,14%
1996 137 mi +2 mi +1,48%
1995 135 mi −13 mi −8,79%
1994 148 mi +53,3 mi +56,34%
1993 94,6 mi +30,7 mi +48,04%
1992 63,9 mi +21,5 mi +50,71%
1991 42,4 mi +8,6 mi +25,44%
1990 33,8 mi −5,7 mi −14,43%
1989 39,5 mi +15,6 mi +65,27%
1988 23,9 mi +1,2 mi +5,29%
1987 22,7 mi +9 mi +65,69%
1986 13,7 mi +4,1 mi +42,71%
1985 9,6 mi −14,4 mi −60%
1984 24 mi −9,2 mi −27,71%
1983 33,2 mi −8,2 mi −19,81%
1982 41,4 mi −21,7 mi −34,39%
1981 63,1 mi +11 mi +21,11%
1980 52,1 mi +15,7 mi +43,13%
1979 36,4 mi −1,1 mi −2,93%
1978 37,5 mi +20 mi +114,29%
1977 17,5 mi +10,2 mi +139,73%
1976 7,3 mi +1,4 mi +23,73%
1975 5,9 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.