Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Argentina

Remessas recebidas na Argentina em 2025 — 916.447.215 US$. Posição 63 no mundo, de um total de 94. Desde 1978, o indicador aumentou 3.424,8%.

2025 916 mi US$ −12,25% vs 2024
Posição no mundo 63de 94
Máximo do período 1,06 bi US$2022
Mínimo do período 15,4 mi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1978–2025 · US$

Remessas recebidas — Argentina, 1978–20250500 mi1 bi1,5 bi19781983198819931998200320082013201820231978: 26.000.000 US$1979: 42.000.000 US$1980: 56.000.000 US$1981: 42.000.000 US$1982: 28.000.000 US$1983: 28.000.000 US$1984: 32.000.000 US$1985: 27.000.000 US$1986: 32.000.000 US$1987: 34.000.000 US$1988: 30.280.001 US$1989: 26.559.999 US$1990: 22.840.000 US$1991: 19.120.001 US$1992: 15.400.000 US$1993: 57.700.001 US$1994: 62.400.002 US$1995: 63.600.000 US$1996: 65.000.000 US$1997: 65.700.000 US$1998: 68.500.000 US$1999: 64.300.000 US$2000: 86.343.659 US$2001: 189.600.000 US$2002: 206.630.000 US$2003: 273.420.000 US$2004: 311.780.000 US$2005: 432.090.000 US$2006: 540.635.442 US$2007: 606.498.927 US$2008: 705.144.403 US$2009: 628.542.376 US$2010: 644.300.740 US$2011: 697.379.575 US$2012: 577.532.962 US$2013: 535.004.409 US$2014: 505.346.892 US$2015: 494.433.532 US$2016: 391.579.048 US$2017: 479.937.460 US$2018: 522.441.503 US$2019: 561.398.445 US$2020: 648.090.050 US$2021: 902.789.422 US$2022: 1.056.459.896 US$2023: 1.008.986.443 US$2024: 1.044.365.105 US$2025: 916.447.215 US$
Variação no período: +890 mi (+3.424,8%) Taxa média anual: 7,87 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 916 mi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 916 mi −128 mi −12,25%
2024 1,04 bi +35,38 mi +3,51%
2023 1,01 bi −47,47 mi −4,49%
2022 1,06 bi +154 mi +17,02%
2021 903 mi +255 mi +39,3%
2020 648 mi +86,69 mi +15,44%
2019 561 mi +38,96 mi +7,46%
2018 522 mi +42,5 mi +8,86%
2017 480 mi +88,36 mi +22,56%
2016 392 mi −103 mi −20,8%
2015 494 mi −10,91 mi −2,16%
2014 505 mi −29,66 mi −5,54%
2013 535 mi −42,53 mi −7,36%
2012 578 mi −120 mi −17,19%
2011 697 mi +53,08 mi +8,24%
2010 644 mi +15,76 mi +2,51%
2009 629 mi −76,6 mi −10,86%
2008 705 mi +98,65 mi +16,26%
2007 606 mi +65,86 mi +12,18%
2006 541 mi +109 mi +25,12%
2005 432 mi +120 mi +38,59%
2004 312 mi +38,36 mi +14,03%
2003 273 mi +66,79 mi +32,32%
2002 207 mi +17,03 mi +8,98%
2001 190 mi +103 mi +119,59%
2000 86,34 mi +22,04 mi +34,28%
1999 64,3 mi −4,2 mi −6,13%
1998 68,5 mi +2,8 mi +4,26%
1997 65,7 mi +700.000 +1,08%
1996 65 mi +1,4 mi +2,2%
1995 63,6 mi +1,2 mi +1,92%
1994 62,4 mi +4,7 mi +8,15%
1993 57,7 mi +42,3 mi +274,68%
1992 15,4 mi −3,72 mi −19,46%
1991 19,12 mi −3,72 mi −16,29%
1990 22,84 mi −3,72 mi −14,01%
1989 26,56 mi −3,72 mi −12,29%
1988 30,28 mi −3,72 mi −10,94%
1987 34 mi +2 mi +6,25%
1986 32 mi +5 mi +18,52%
1985 27 mi −5 mi −15,63%
1984 32 mi +4 mi +14,29%
1983 28 mi +0 +0%
1982 28 mi −14 mi −33,33%
1981 42 mi −14 mi −25%
1980 56 mi +14 mi +33,33%
1979 42 mi +16 mi +61,54%
1978 26 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.