Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Países de renda média-alta

Remessas recebidas nos países de renda média-alta em 2025 — 202.744.732.394 US$. Desde 1992, o indicador aumentou 1.385,4%.

2025 203 bi US$ −8,38% vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 221 bi US$2024
Mínimo do período 13,65 bi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1992–2025 · US$

Remessas recebidas — Países de renda média-alta, 1992–20250100 bi200 bi300 bi1992199620002004200820122016202020241992: 13.649.097.715 US$1993: 14.575.873.133 US$1994: 17.203.582.537 US$1995: 19.591.140.377 US$1996: 21.497.216.267 US$1997: 25.847.674.583 US$1998: 26.214.989.934 US$1999: 27.005.851.282 US$2000: 29.367.870.680 US$2001: 31.942.726.257 US$2002: 36.963.338.231 US$2003: 48.570.460.284 US$2004: 59.626.095.531 US$2005: 64.966.919.067 US$2006: 75.457.864.433 US$2007: 88.813.749.689 US$2008: 95.093.403.319 US$2009: 88.138.567.813 US$2010: 94.224.203.332 US$2011: 102.597.278.666 US$2012: 103.810.174.394 US$2013: 108.537.562.413 US$2014: 126.074.067.192 US$2015: 128.791.445.275 US$2016: 125.444.920.865 US$2017: 137.238.864.448 US$2018: 144.909.021.666 US$2019: 141.668.222.351 US$2020: 144.357.977.131 US$2021: 173.838.776.403 US$2022: 198.521.169.232 US$2023: 210.249.929.136 US$2024: 221.297.216.083 US$2025: 202.744.732.394 US$
Variação no período: +189 bi (+1.385,41%) Taxa média anual: 8,52 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda média-alta

Países de renda média-alta 203 bi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Países de renda média-alta, por ano Países de renda média-alta Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 203 bi −18,55 bi −8,38%
2024 221 bi +11,05 bi +5,25%
2023 210 bi +11,73 bi +5,91%
2022 199 bi +24,68 bi +14,2%
2021 174 bi +29,48 bi +20,42%
2020 144 bi +2,69 bi +1,9%
2019 142 bi −3,24 bi −2,24%
2018 145 bi +7,67 bi +5,59%
2017 137 bi +11,79 bi +9,4%
2016 125 bi −3,35 bi −2,6%
2015 129 bi +2,72 bi +2,16%
2014 126 bi +17,54 bi +16,16%
2013 109 bi +4,73 bi +4,55%
2012 104 bi +1,21 bi +1,18%
2011 103 bi +8,37 bi +8,89%
2010 94,22 bi +6,09 bi +6,9%
2009 88,14 bi −6,95 bi −7,31%
2008 95,09 bi +6,28 bi +7,07%
2007 88,81 bi +13,36 bi +17,7%
2006 75,46 bi +10,49 bi +16,15%
2005 64,97 bi +5,34 bi +8,96%
2004 59,63 bi +11,06 bi +22,76%
2003 48,57 bi +11,61 bi +31,4%
2002 36,96 bi +5,02 bi +15,72%
2001 31,94 bi +2,57 bi +8,77%
2000 29,37 bi +2,36 bi +8,75%
1999 27,01 bi +791 mi +3,02%
1998 26,21 bi +367 mi +1,42%
1997 25,85 bi +4,35 bi +20,24%
1996 21,5 bi +1,91 bi +9,73%
1995 19,59 bi +2,39 bi +13,88%
1994 17,2 bi +2,63 bi +18,03%
1993 14,58 bi +927 mi +6,79%
1992 13,65 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.