Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — América do Sul

Remessas recebidas na América do Sul em 2025 — 35.057.618.171 US$. Desde 1986, o indicador aumentou 6.696,7%.

2025 35,06 bi US$ +9,18% vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 35,06 bi US$2025
Mínimo do período 516 mi US$1986

Evolução ao longo do tempo

1986–2025 · US$

Remessas recebidas — América do Sul, 1986–2025010 bi20 bi30 bi40 bi198619901994199820022006201020142018202220251986: 515.800.000 US$1987: 738.900.001 US$1988: 554.580.000 US$1989: 666.859.999 US$1990: 1.269.139.999 US$1991: 2.266.020.002 US$1992: 2.837.220.001 US$1993: 2.369.830.009 US$1994: 4.003.920.470 US$1995: 4.960.104.306 US$1996: 4.129.529.632 US$1997: 3.953.439.091 US$1998: 3.819.495.070 US$1999: 4.920.672.329 US$2000: 5.423.442.475 US$2001: 6.197.328.497 US$2002: 7.178.921.959 US$2003: 8.810.065.401 US$2004: 10.013.923.040 US$2005: 11.411.395.304 US$2006: 13.911.345.133 US$2007: 15.769.464.461 US$2008: 16.725.214.811 US$2009: 14.780.605.678 US$2010: 14.963.305.954 US$2011: 15.728.369.582 US$2012: 15.199.113.967 US$2013: 15.359.449.146 US$2014: 14.789.516.678 US$2015: 15.909.841.581 US$2016: 16.540.210.616 US$2017: 17.802.874.977 US$2018: 19.261.619.130 US$2019: 20.296.421.936 US$2020: 20.014.688.170 US$2021: 24.724.229.288 US$2022: 27.169.017.577 US$2023: 28.757.164.790 US$2024: 32.111.007.309 US$2025: 35.057.618.171 US$
Variação no período: +34,54 bi (+6.696,75%) Taxa média anual: 11,42 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América do Sul

América do Sul 35,06 bi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — América do Sul, por ano América do Sul Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 35,06 bi +2,95 bi +9,18%
2024 32,11 bi +3,35 bi +11,66%
2023 28,76 bi +1,59 bi +5,85%
2022 27,17 bi +2,44 bi +9,89%
2021 24,72 bi +4,71 bi +23,53%
2020 20,01 bi −282 mi −1,39%
2019 20,3 bi +1,03 bi +5,37%
2018 19,26 bi +1,46 bi +8,19%
2017 17,8 bi +1,26 bi +7,63%
2016 16,54 bi +630 mi +3,96%
2015 15,91 bi +1,12 bi +7,58%
2014 14,79 bi −570 mi −3,71%
2013 15,36 bi +160 mi +1,05%
2012 15,2 bi −529 mi −3,36%
2011 15,73 bi +765 mi +5,11%
2010 14,96 bi +183 mi +1,24%
2009 14,78 bi −1,94 bi −11,63%
2008 16,73 bi +956 mi +6,06%
2007 15,77 bi +1,86 bi +13,36%
2006 13,91 bi +2,5 bi +21,91%
2005 11,41 bi +1,4 bi +13,96%
2004 10,01 bi +1,2 bi +13,66%
2003 8,81 bi +1,63 bi +22,72%
2002 7,18 bi +982 mi +15,84%
2001 6,2 bi +774 mi +14,27%
2000 5,42 bi +503 mi +10,22%
1999 4,92 bi +1,1 bi +28,83%
1998 3,82 bi −134 mi −3,39%
1997 3,95 bi −176 mi −4,26%
1996 4,13 bi −831 mi −16,75%
1995 4,96 bi +956 mi +23,88%
1994 4 bi +1,63 bi +68,95%
1993 2,37 bi −467 mi −16,47%
1992 2,84 bi +571 mi +25,21%
1991 2,27 bi +997 mi +78,55%
1990 1,27 bi +602 mi +90,32%
1989 667 mi +112 mi +20,25%
1988 555 mi −184 mi −24,95%
1987 739 mi +223 mi +43,25%
1986 516 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.