Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Chile

Remessas recebidas no Chile em 2025 — 100.289.868 US$. Posição 85 no mundo, de um total de 94. Desde 1983, o indicador aumentou 9.929%.

2025 100 mi US$ −0,04% vs 2024
Posição no mundo 85de 94
Máximo do período 100 mi US$2024
Mínimo do período 100.000 US$1988

Evolução ao longo do tempo

1983–2025 · US$

Remessas recebidas — Chile, 1983–2025050 mi100 mi150 mi1983198819931998200320082013201820231983: 1.000.000 US$1984: 1.000.000 US$1985: 1.000.000 US$1986: 400.000 US$1987: 500.000 US$1988: 100.000 US$1989: 1.300.000 US$1990: 400.000 US$2000: 13.300.000 US$2001: 11.900.000 US$2002: 12.400.000 US$2003: 11.800.000 US$2004: 11.600.000 US$2009: 51.938.054 US$2010: 62.324.923 US$2011: 70.917.382 US$2012: 72.030.041 US$2013: 71.108.145 US$2014: 60.612.706 US$2015: 58.992.216 US$2016: 64.551.113 US$2017: 66.541.754 US$2018: 69.856.850 US$2019: 69.372.771 US$2020: 66.197.478 US$2021: 66.484.973 US$2022: 85.172.251 US$2023: 97.067.401 US$2024: 100.334.644 US$2025: 100.289.868 US$
Variação no período: +99,29 mi (+9.928,99%) Taxa média anual: 11,6 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Chile

Chile 100 mi US$
Mundo 804 bi US$
América do Sul calculado 35,06 bi US$
Remessas recebidas — Chile, por ano Chile Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 100 mi −44.776 −0,04%
2024 100 mi +3,27 mi +3,37%
2023 97,07 mi +11,9 mi +13,97%
2022 85,17 mi +18,69 mi +28,11%
2021 66,48 mi +287.495 +0,43%
2020 66,2 mi −3,18 mi −4,58%
2019 69,37 mi −484.078 −0,69%
2018 69,86 mi +3,32 mi +4,98%
2017 66,54 mi +1,99 mi +3,08%
2016 64,55 mi +5,56 mi +9,42%
2015 58,99 mi −1,62 mi −2,67%
2014 60,61 mi −10,5 mi −14,76%
2013 71,11 mi −921.896 −1,28%
2012 72,03 mi +1,11 mi +1,57%
2011 70,92 mi +8,59 mi +13,79%
2010 62,32 mi +10,39 mi +20%
2009 51,94 mi
2004 11,6 mi −200.000 −1,69%
2003 11,8 mi −600.000 −4,84%
2002 12,4 mi +500.000 +4,2%
2001 11,9 mi −1,4 mi −10,53%
2000 13,3 mi
1990 400.000 −900.000 −69,23%
1989 1,3 mi +1,2 mi +1.200%
1988 100.000 −400.000 −80%
1987 500.000 +100.000 +25%
1986 400.000 −600.000 −60%
1985 1 mi +0 +0%
1984 1 mi +0 +0%
1983 1 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.