Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Países de renda alta

Remessas recebidas nos países de renda alta em 2024 — 198.997.752.829 US$. Desde 2002, o indicador aumentou 255,8%.

2024 199 bi US$ +2,62% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 199 bi US$2024
Mínimo do período 55,92 bi US$2002

Evolução ao longo do tempo

2002–2024 · US$

Remessas recebidas — Países de renda alta, 2002–2024050 bi100 bi150 bi200 bi200220052008201120142017202020232002: 55.922.918.715 US$2003: 66.856.636.246 US$2004: 78.255.417.755 US$2005: 87.362.231.413 US$2006: 97.886.511.536 US$2007: 115.682.943.388 US$2008: 133.724.798.111 US$2009: 126.521.187.616 US$2010: 126.291.906.166 US$2011: 141.326.954.189 US$2012: 137.655.083.209 US$2013: 153.877.427.877 US$2014: 160.896.571.632 US$2015: 147.797.303.304 US$2016: 149.133.604.911 US$2017: 158.398.318.954 US$2018: 167.871.968.600 US$2019: 171.252.167.468 US$2020: 168.809.043.873 US$2021: 182.087.908.780 US$2022: 176.229.709.181 US$2023: 193.918.559.756 US$2024: 198.997.752.829 US$
Variação no período: +143 bi (+255,84%) Taxa média anual: 5,94 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda alta

Países de renda alta 199 bi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — Países de renda alta, por ano Países de renda alta Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 199 bi +5,08 bi +2,62%
2023 194 bi +17,69 bi +10,04%
2022 176 bi −5,86 bi −3,22%
2021 182 bi +13,28 bi +7,87%
2020 169 bi −2,44 bi −1,43%
2019 171 bi +3,38 bi +2,01%
2018 168 bi +9,47 bi +5,98%
2017 158 bi +9,26 bi +6,21%
2016 149 bi +1,34 bi +0,9%
2015 148 bi −13,1 bi −8,14%
2014 161 bi +7,02 bi +4,56%
2013 154 bi +16,22 bi +11,78%
2012 138 bi −3,67 bi −2,6%
2011 141 bi +15,04 bi +11,9%
2010 126 bi −229 mi −0,18%
2009 127 bi −7,2 bi −5,39%
2008 134 bi +18,04 bi +15,6%
2007 116 bi +17,8 bi +18,18%
2006 97,89 bi +10,52 bi +12,05%
2005 87,36 bi +9,11 bi +11,64%
2004 78,26 bi +11,4 bi +17,05%
2003 66,86 bi +10,93 bi +19,55%
2002 55,92 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.