Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Zâmbia

Remessas recebidas na Zâmbia em 2024 — 334.313.586 US$. Posição 114 no mundo, de um total de 160. Desde 2003, o indicador aumentou 821%.

2024 334 mi US$ +36,07% vs 2023
Posição no mundo 114de 160
Máximo do período 334 mi US$2024
Mínimo do período 36,3 mi US$2003

Evolução ao longo do tempo

2003–2024 · US$

Remessas recebidas — Zâmbia, 2003–20240100 mi200 mi300 mi400 mi200320062009201220152018202120242003: 36.300.000 US$2004: 48.400.000 US$2005: 52.870.000 US$2006: 57.680.000 US$2007: 59.300.000 US$2008: 68.195.000 US$2009: 41.264.000 US$2010: 43.657.312 US$2011: 46.276.751 US$2012: 72.864.000 US$2013: 53.980.262 US$2014: 58.300.302 US$2015: 47.046.538 US$2016: 38.464.441 US$2017: 93.644.095 US$2018: 106.965.626 US$2019: 98.259.121 US$2020: 134.864.832 US$2021: 239.709.361 US$2022: 243.486.023 US$2023: 245.688.117 US$2024: 334.313.586 US$
Variação no período: +298 mi (+820,97%) Taxa média anual: 11,15 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zâmbia

Zâmbia 334 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Oriental calculado 20,5 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Zâmbia, por ano Zâmbia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 334 mi +88,63 mi +36,07%
2023 246 mi +2,2 mi +0,9%
2022 243 mi +3,78 mi +1,58%
2021 240 mi +105 mi +77,74%
2020 135 mi +36,61 mi +37,25%
2019 98,26 mi −8,71 mi −8,14%
2018 107 mi +13,32 mi +14,23%
2017 93,64 mi +55,18 mi +143,46%
2016 38,46 mi −8,58 mi −18,24%
2015 47,05 mi −11,25 mi −19,3%
2014 58,3 mi +4,32 mi +8%
2013 53,98 mi −18,88 mi −25,92%
2012 72,86 mi +26,59 mi +57,45%
2011 46,28 mi +2,62 mi +6%
2010 43,66 mi +2,39 mi +5,8%
2009 41,26 mi −26,93 mi −39,49%
2008 68,2 mi +8,9 mi +15%
2007 59,3 mi +1,62 mi +2,81%
2006 57,68 mi +4,81 mi +9,1%
2005 52,87 mi +4,47 mi +9,24%
2004 48,4 mi +12,1 mi +33,33%
2003 36,3 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.