Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Maurício

Remessas recebidas em Maurício em 2024 — 286.874.589 US$. Posição 117 no mundo, de um total de 160. Desde 1994, o indicador aumentou 143,1%.

2024 287 mi US$ −9,04% vs 2023
Posição no mundo 117de 160
Máximo do período 327 mi US$2014
Mínimo do período 518.995 US$2011

Evolução ao longo do tempo

1994–2024 · US$

Remessas recebidas — Maurício, 1994–20240100 mi200 mi300 mi400 mi199419972000200320062009201220152018202120241994: 118.000.000 US$1995: 132.000.000 US$1996: 160.000.000 US$1997: 168.000.000 US$1998: 180.000.000 US$1999: 178.000.000 US$2000: 177.000.000 US$2001: 615.851 US$2002: 633.981 US$2003: 573.714 US$2004: 729.710 US$2005: 609.194 US$2006: 728.801 US$2007: 703.595 US$2008: 633.706 US$2009: 660.463 US$2010: 814.359 US$2011: 518.995 US$2012: 861.943 US$2013: 552.880 US$2014: 327.038.004 US$2015: 223.577.781 US$2016: 194.066.629 US$2017: 250.243.135 US$2018: 244.621.262 US$2019: 318.511.666 US$2020: 284.728.298 US$2021: 272.474.596 US$2022: 273.838.052 US$2023: 315.381.360 US$2024: 286.874.589 US$
Variação no período: +169 mi (+143,11%) Taxa média anual: 3,01 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Maurício

Maurício 287 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Oriental calculado 20,5 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Maurício, por ano Maurício Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 287 mi −28,51 mi −9,04%
2023 315 mi +41,54 mi +15,17%
2022 274 mi +1,36 mi +0,5%
2021 272 mi −12,25 mi −4,3%
2020 285 mi −33,78 mi −10,61%
2019 319 mi +73,89 mi +30,21%
2018 245 mi −5,62 mi −2,25%
2017 250 mi +56,18 mi +28,95%
2016 194 mi −29,51 mi −13,2%
2015 224 mi −103 mi −31,64%
2014 327 mi +326 mi +59.051,7%
2013 552.880 −309.062 −35,86%
2012 861.943 +342.948 +66,08%
2011 518.995 −295.364 −36,27%
2010 814.359 +153.896 +23,3%
2009 660.463 +26.757 +4,22%
2008 633.706 −69.889 −9,93%
2007 703.595 −25.206 −3,46%
2006 728.801 +119.606 +19,63%
2005 609.194 −120.516 −16,52%
2004 729.710 +155.996 +27,19%
2003 573.714 −60.267 −9,51%
2002 633.981 +18.130 +2,94%
2001 615.851 −176 mi −99,65%
2000 177 mi −1 mi −0,56%
1999 178 mi −2 mi −1,11%
1998 180 mi +12 mi +7,14%
1997 168 mi +8 mi +5%
1996 160 mi +28 mi +21,21%
1995 132 mi +14 mi +11,86%
1994 118 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.