Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Burundi

Remessas recebidas no Burundi em 2025 — 273.055.522 US$. Posição 78 no mundo, de um total de 94. Desde 2004, o indicador aumentou 653.393,1%.

2025 273 mi US$ +15,27% vs 2024
Posição no mundo 78de 94
Máximo do período 273 mi US$2025
Mínimo do período 11.471 US$2006

Evolução ao longo do tempo

2004–2025 · US$

Remessas recebidas — Burundi, 2004–20250100 mi200 mi300 mi200420072010201320162019202220252004: 41.784 US$2005: 71.562 US$2006: 11.471 US$2007: 189.949 US$2008: 3.645.217 US$2009: 28.232.148 US$2010: 34.498.930 US$2011: 45.463.177 US$2012: 46.433.649 US$2013: 48.639.474 US$2014: 56.258.773 US$2015: 51.121.568 US$2016: 34.618.779 US$2017: 33.804.551 US$2018: 48.288.230 US$2019: 91.647.989 US$2020: 145.324.419 US$2021: 167.995.272 US$2022: 163.435.294 US$2023: 195.684.414 US$2024: 236.886.516 US$2025: 273.055.522 US$
Variação no período: +273 mi (+653.393,1%) Taxa média anual: 51,94 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Burundi

Burundi 273 mi US$
Mundo 804 bi US$
África Subsaariana 30,75 bi US$
Remessas recebidas — Burundi, por ano Burundi Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 273 mi +36,17 mi +15,27%
2024 237 mi +41,2 mi +21,06%
2023 196 mi +32,25 mi +19,73%
2022 163 mi −4,56 mi −2,71%
2021 168 mi +22,67 mi +15,6%
2020 145 mi +53,68 mi +58,57%
2019 91,65 mi +43,36 mi +89,79%
2018 48,29 mi +14,48 mi +42,85%
2017 33,8 mi −814.228 −2,35%
2016 34,62 mi −16,5 mi −32,28%
2015 51,12 mi −5,14 mi −9,13%
2014 56,26 mi +7,62 mi +15,66%
2013 48,64 mi +2,21 mi +4,75%
2012 46,43 mi +970.472 +2,13%
2011 45,46 mi +10,96 mi +31,78%
2010 34,5 mi +6,27 mi +22,2%
2009 28,23 mi +24,59 mi +674,5%
2008 3,65 mi +3,46 mi +1.819,05%
2007 189.949 +178.478 +1.555,91%
2006 11.471 −60.091 −83,97%
2005 71.562 +29.778 +71,27%
2004 41.784

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.