Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Djibuti

Remessas recebidas no Djibuti em 2024 — 55.997.202 US$. Posição 144 no mundo, de um total de 160. Desde 1991, o indicador aumentou 326,8%.

2024 56 mi US$ −4,43% vs 2023
Posição no mundo 144de 160
Máximo do período 79,46 mi US$2019
Mínimo do período 10,94 mi US$1996

Evolução ao longo do tempo

1991–2024 · US$

Remessas recebidas — Djibuti, 1991–2024020 mi40 mi60 mi80 mi1991199519992003200720112015201920231991: 13.121.691 US$1992: 13.121.691 US$1993: 19.035.454 US$1994: 13.549.327 US$1995: 11.889.422 US$1996: 10.944.120 US$1997: 11.473.039 US$1998: 11.940.063 US$1999: 11.563.068 US$2000: 12.288.925 US$2001: 11.945.690 US$2002: 14.956.027 US$2003: 24.667.878 US$2004: 24.741.027 US$2005: 25.849.506 US$2006: 28.471.593 US$2007: 28.640.397 US$2008: 30.328.436 US$2009: 32.466.619 US$2010: 32.641.050 US$2011: 32.359.710 US$2012: 33.265.624 US$2013: 39.787.082 US$2014: 37.879.598 US$2015: 39.713.934 US$2016: 40.237.226 US$2017: 41.323.198 US$2018: 59.857.867 US$2019: 79.461.628 US$2020: 64.055.458 US$2021: 79.433.494 US$2022: 56.560.556 US$2023: 58.592.613 US$2024: 55.997.202 US$
Variação no período: +42,88 mi (+326,75%) Taxa média anual: 4,5 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Djibuti

Djibuti 56 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Oriental calculado 20,5 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Djibuti, por ano Djibuti Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 56 mi −2,6 mi −4,43%
2023 58,59 mi +2,03 mi +3,59%
2022 56,56 mi −22,87 mi −28,8%
2021 79,43 mi +15,38 mi +24,01%
2020 64,06 mi −15,41 mi −19,39%
2019 79,46 mi +19,6 mi +32,75%
2018 59,86 mi +18,53 mi +44,85%
2017 41,32 mi +1,09 mi +2,7%
2016 40,24 mi +523.292 +1,32%
2015 39,71 mi +1,83 mi +4,84%
2014 37,88 mi −1,91 mi −4,79%
2013 39,79 mi +6,52 mi +19,6%
2012 33,27 mi +905.914 +2,8%
2011 32,36 mi −281.340 −0,86%
2010 32,64 mi +174.431 +0,54%
2009 32,47 mi +2,14 mi +7,05%
2008 30,33 mi +1,69 mi +5,89%
2007 28,64 mi +168.804 +0,59%
2006 28,47 mi +2,62 mi +10,14%
2005 25,85 mi +1,11 mi +4,48%
2004 24,74 mi +73.148 +0,3%
2003 24,67 mi +9,71 mi +64,94%
2002 14,96 mi +3,01 mi +25,2%
2001 11,95 mi −343.235 −2,79%
2000 12,29 mi +725.857 +6,28%
1999 11,56 mi −376.995 −3,16%
1998 11,94 mi +467.024 +4,07%
1997 11,47 mi +528.919 +4,83%
1996 10,94 mi −945.302 −7,95%
1995 11,89 mi −1,66 mi −12,25%
1994 13,55 mi −5,49 mi −28,82%
1993 19,04 mi +5,91 mi +45,07%
1992 13,12 mi +0 +0%
1991 13,12 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.