Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Países de renda média-baixa

Remessas recebidas nos países de renda média-baixa em 2024 — 415.623.558.394 US$. Desde 1986, o indicador aumentou 3.075,4%.

2024 416 bi US$ +10,71% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 416 bi US$2024
Mínimo do período 13,09 bi US$1986

Evolução ao longo do tempo

1986–2024 · US$

Remessas recebidas — Países de renda média-baixa, 1986–20240200 bi400 bi600 bi198619901994199820022006201020142018202220241986: 13.088.879.014 US$1987: 15.239.461.701 US$1988: 14.753.071.300 US$1989: 14.643.201.254 US$1990: 16.570.763.644 US$1991: 18.532.140.758 US$1992: 22.201.706.390 US$1993: 23.393.593.367 US$1994: 25.062.821.378 US$1995: 28.152.131.446 US$1996: 29.456.781.196 US$1997: 34.719.785.960 US$1998: 32.215.563.009 US$1999: 36.432.915.832 US$2000: 40.972.928.110 US$2001: 46.151.186.908 US$2002: 56.113.484.867 US$2003: 67.557.150.112 US$2004: 72.720.142.545 US$2005: 94.410.854.245 US$2006: 112.525.754.877 US$2007: 135.841.541.504 US$2008: 165.825.649.819 US$2009: 164.374.698.391 US$2010: 183.520.873.470 US$2011: 211.238.585.066 US$2012: 233.427.455.685 US$2013: 243.336.612.624 US$2014: 253.433.395.899 US$2015: 253.554.908.391 US$2016: 246.858.328.846 US$2017: 271.283.768.526 US$2018: 295.653.583.257 US$2019: 312.193.815.754 US$2020: 311.613.731.532 US$2021: 343.996.501.502 US$2022: 375.502.752.025 US$2023: 375.425.095.482 US$2024: 415.623.558.394 US$
Variação no período: +403 bi (+3.075,39%) Taxa média anual: 9,53 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda média-baixa

Países de renda média-baixa 416 bi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — Países de renda média-baixa, por ano Países de renda média-baixa Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 416 bi +40,2 bi +10,71%
2023 375 bi −77,66 mi −0,02%
2022 376 bi +31,51 bi +9,16%
2021 344 bi +32,38 bi +10,39%
2020 312 bi −580 mi −0,19%
2019 312 bi +16,54 bi +5,59%
2018 296 bi +24,37 bi +8,98%
2017 271 bi +24,43 bi +9,89%
2016 247 bi −6,7 bi −2,64%
2015 254 bi +122 mi +0,05%
2014 253 bi +10,1 bi +4,15%
2013 243 bi +9,91 bi +4,25%
2012 233 bi +22,19 bi +10,5%
2011 211 bi +27,72 bi +15,1%
2010 184 bi +19,15 bi +11,65%
2009 164 bi −1,45 bi −0,87%
2008 166 bi +29,98 bi +22,07%
2007 136 bi +23,32 bi +20,72%
2006 113 bi +18,11 bi +19,19%
2005 94,41 bi +21,69 bi +29,83%
2004 72,72 bi +5,16 bi +7,64%
2003 67,56 bi +11,44 bi +20,39%
2002 56,11 bi +9,96 bi +21,59%
2001 46,15 bi +5,18 bi +12,64%
2000 40,97 bi +4,54 bi +12,46%
1999 36,43 bi +4,22 bi +13,09%
1998 32,22 bi −2,5 bi −7,21%
1997 34,72 bi +5,26 bi +17,87%
1996 29,46 bi +1,3 bi +4,63%
1995 28,15 bi +3,09 bi +12,33%
1994 25,06 bi +1,67 bi +7,14%
1993 23,39 bi +1,19 bi +5,37%
1992 22,2 bi +3,67 bi +19,8%
1991 18,53 bi +1,96 bi +11,84%
1990 16,57 bi +1,93 bi +13,16%
1989 14,64 bi −110 mi −0,74%
1988 14,75 bi −486 mi −3,19%
1987 15,24 bi +2,15 bi +16,43%
1986 13,09 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.