Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Seicheles

Remessas recebidas nas Seicheles em 2024 — 11.945.618 US$. Posição 156 no mundo, de um total de 160. Desde 1989, o indicador aumentou 180,4%.

2024 11,95 mi US$ +4,63% vs 2023
Posição no mundo 156de 160
Máximo do período 25,26 mi US$2011
Mínimo do período 114.021 US$1998

Evolução ao longo do tempo

1989–2024 · US$

Remessas recebidas — Seicheles, 1989–2024010 mi20 mi30 mi19891993199720012005200920132017202120241989: 4.259.453 US$1990: 7.504.441 US$1991: 7.320.125 US$1992: 10.761.209 US$1993: 289.490 US$1994: 296.686 US$1995: 503.993 US$1996: 704.228 US$1997: 218.847 US$1998: 114.021 US$1999: 187.175 US$2000: 3.159.009 US$2001: 1.790.854 US$2002: 1.979.915 US$2003: 4.855.111 US$2004: 6.808.310 US$2005: 12.101.091 US$2006: 13.269.560 US$2007: 4.768.023 US$2008: 3.161.818 US$2009: 16.123.483 US$2010: 17.376.951 US$2011: 25.261.929 US$2012: 17.669.070 US$2013: 12.874.328 US$2014: 15.075.955 US$2015: 18.424.231 US$2016: 22.087.023 US$2017: 21.661.248 US$2018: 22.713.695 US$2019: 23.648.219 US$2020: 9.979.687 US$2021: 9.512.245 US$2022: 10.918.091 US$2023: 11.416.891 US$2024: 11.945.618 US$
Variação no período: +7,69 mi (+180,45%) Taxa média anual: 2,99 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Seicheles

Seicheles 11,95 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Oriental calculado 20,5 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Seicheles, por ano Seicheles Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 11,95 mi +528.728 +4,63%
2023 11,42 mi +498.800 +4,57%
2022 10,92 mi +1,41 mi +14,78%
2021 9,51 mi −467.442 −4,68%
2020 9,98 mi −13,67 mi −57,8%
2019 23,65 mi +934.525 +4,11%
2018 22,71 mi +1,05 mi +4,86%
2017 21,66 mi −425.775 −1,93%
2016 22,09 mi +3,66 mi +19,88%
2015 18,42 mi +3,35 mi +22,21%
2014 15,08 mi +2,2 mi +17,1%
2013 12,87 mi −4,79 mi −27,14%
2012 17,67 mi −7,59 mi −30,06%
2011 25,26 mi +7,88 mi +45,38%
2010 17,38 mi +1,25 mi +7,77%
2009 16,12 mi +12,96 mi +409,94%
2008 3,16 mi −1,61 mi −33,69%
2007 4,77 mi −8,5 mi −64,07%
2006 13,27 mi +1,17 mi +9,66%
2005 12,1 mi +5,29 mi +77,74%
2004 6,81 mi +1,95 mi +40,23%
2003 4,86 mi +2,88 mi +145,22%
2002 1,98 mi +189.061 +10,56%
2001 1,79 mi −1,37 mi −43,31%
2000 3,16 mi +2,97 mi +1.587,73%
1999 187.175 +73.154 +64,16%
1998 114.021 −104.826 −47,9%
1997 218.847 −485.381 −68,92%
1996 704.228 +200.235 +39,73%
1995 503.993 +207.307 +69,87%
1994 296.686 +7.196 +2,49%
1993 289.490 −10,47 mi −97,31%
1992 10,76 mi +3,44 mi +47,01%
1991 7,32 mi −184.316 −2,46%
1990 7,5 mi +3,24 mi +76,18%
1989 4,26 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.