Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — África Oriental

Remessas recebidas na África Oriental em 2024 — 20.503.103.812 US$. Desde 1999, o indicador aumentou 1.754,7%.

2024 20,5 bi US$ +42,46% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 20,5 bi US$2024
Mínimo do período 628 mi US$2003

Evolução ao longo do tempo

1999–2024 · US$

Remessas recebidas — África Oriental, 1999–2024010 bi20 bi30 bi1999200220052008201120142017202020231999: 1.105.454.990 US$2000: 1.088.334.821 US$2003: 627.680.256 US$2004: 1.060.466.820 US$2005: 1.268.339.045 US$2006: 1.577.434.859 US$2007: 2.022.614.862 US$2008: 2.468.054.178 US$2009: 3.550.301.692 US$2010: 4.566.309.497 US$2011: 5.540.022.462 US$2012: 6.248.971.474 US$2013: 6.220.506.285 US$2014: 7.796.631.074 US$2015: 8.313.648.390 US$2016: 8.054.858.855 US$2017: 7.754.901.315 US$2018: 9.542.396.102 US$2019: 8.584.339.090 US$2020: 8.853.380.964 US$2021: 11.048.547.791 US$2022: 12.196.440.568 US$2023: 14.392.644.306 US$2024: 20.503.103.812 US$
Variação no período: +19,4 bi (+1.754,72%) Taxa média anual: 12,39 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: África Oriental

África Oriental 20,5 bi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — África Oriental, por ano África Oriental Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 20,5 bi +6,11 bi +42,46%
2023 14,39 bi +2,2 bi +18,01%
2022 12,2 bi +1,15 bi +10,39%
2021 11,05 bi +2,2 bi +24,79%
2020 8,85 bi +269 mi +3,13%
2019 8,58 bi −958 mi −10,04%
2018 9,54 bi +1,79 bi +23,05%
2017 7,75 bi −300 mi −3,72%
2016 8,05 bi −259 mi −3,11%
2015 8,31 bi +517 mi +6,63%
2014 7,8 bi +1,58 bi +25,34%
2013 6,22 bi −28,47 mi −0,46%
2012 6,25 bi +709 mi +12,8%
2011 5,54 bi +974 mi +21,32%
2010 4,57 bi +1,02 bi +28,62%
2009 3,55 bi +1,08 bi +43,85%
2008 2,47 bi +445 mi +22,02%
2007 2,02 bi +445 mi +28,22%
2006 1,58 bi +309 mi +24,37%
2005 1,27 bi +208 mi +19,6%
2004 1,06 bi +433 mi +68,95%
2003 628 mi
2000 1,09 bi −17,12 mi −1,55%
1999 1,11 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.