Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Zimbábue

Remessas recebidas no Zimbábue em 2024 — 3.509.895.073 US$. Posição 50 no mundo, de um total de 160. Desde 1977, o indicador aumentou 19.791,4%.

2024 3,51 bi US$ +6,32% vs 2023
Posição no mundo 50de 160
Máximo do período 3,51 bi US$2024
Mínimo do período 349.842 US$1991

Evolução ao longo do tempo

1977–2024 · US$

Remessas recebidas — Zimbábue, 1977–202401 bi2 bi3 bi4 bi19771982198719921997200220072012201720221977: 17.645.269 US$1978: 12.892.250 US$1979: 19.397.583 US$1980: 16.891.617 US$1981: 28.294.628 US$1982: 32.895.336 US$1983: 19.556.181 US$1984: 3.806.287 US$1985: 619.641 US$1986: 785.055 US$1987: 1.143.026 US$1988: 1.382.946 US$1989: 712.249 US$1990: 848.636 US$1991: 349.842 US$1992: 587.727 US$1993: 1.125.809 US$1994: 43.685.417 US$2009: 1.205.656.949 US$2010: 1.413.248.657 US$2011: 1.919.476.002 US$2012: 2.113.579.668 US$2013: 1.890.271.473 US$2014: 1.903.970.852 US$2015: 2.046.579.806 US$2016: 1.856.034.931 US$2017: 1.729.883.817 US$2018: 1.427.703.019 US$2019: 1.417.011.953 US$2020: 1.832.039.381 US$2021: 2.573.626.886 US$2022: 3.085.043.421 US$2023: 3.301.267.764 US$2024: 3.509.895.073 US$
Variação no período: +3,49 bi (+19.791,42%) Taxa média anual: 11,92 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zimbábue

Zimbábue 3,51 bi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Oriental calculado 20,5 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Zimbábue, por ano Zimbábue Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 3,51 bi +209 mi +6,32%
2023 3,3 bi +216 mi +7,01%
2022 3,09 bi +511 mi +19,87%
2021 2,57 bi +742 mi +40,48%
2020 1,83 bi +415 mi +29,29%
2019 1,42 bi −10,69 mi −0,75%
2018 1,43 bi −302 mi −17,47%
2017 1,73 bi −126 mi −6,8%
2016 1,86 bi −191 mi −9,31%
2015 2,05 bi +143 mi +7,49%
2014 1,9 bi +13,7 mi +0,72%
2013 1,89 bi −223 mi −10,57%
2012 2,11 bi +194 mi +10,11%
2011 1,92 bi +506 mi +35,82%
2010 1,41 bi +208 mi +17,22%
2009 1,21 bi
1994 43,69 mi +42,56 mi +3.780,36%
1993 1,13 mi +538.082 +91,55%
1992 587.727 +237.885 +68%
1991 349.842 −498.794 −58,78%
1990 848.636 +136.387 +19,15%
1989 712.249 −670.698 −48,5%
1988 1,38 mi +239.921 +20,99%
1987 1,14 mi +357.971 +45,6%
1986 785.055 +165.414 +26,7%
1985 619.641 −3,19 mi −83,72%
1984 3,81 mi −15,75 mi −80,54%
1983 19,56 mi −13,34 mi −40,55%
1982 32,9 mi +4,6 mi +16,26%
1981 28,29 mi +11,4 mi +67,51%
1980 16,89 mi −2,51 mi −12,92%
1979 19,4 mi +6,51 mi +50,46%
1978 12,89 mi −4,75 mi −26,94%
1977 17,65 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.