Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Comores

Remessas recebidas nas Comores em 2023 — 305.575.361 US$. Posição 122 no mundo, de um total de 173. Desde 1980, o indicador aumentou 18.777,6%.

2023 306 mi US$ +8,42% vs 2022
Posição no mundo 122de 173
Máximo do período 306 mi US$2023
Mínimo do período 1,22 mi US$1981

Evolução ao longo do tempo

1980–2023 · US$

Remessas recebidas — Comores, 1980–20230100 mi200 mi300 mi400 mi19801985199019952000200520102015202020231980: 1.618.722 US$1981: 1.221.805 US$1982: 2.367.595 US$1983: 1.836.967 US$1984: 2.139.818 US$1985: 4.229.185 US$1986: 4.764.614 US$1987: 6.801.227 US$1988: 7.383.018 US$1989: 7.887.009 US$1990: 9.935.266 US$1991: 10.095.549 US$1992: 15.999.876 US$1993: 16.029.797 US$1994: 15.232.992 US$1995: 12.212.938 US$2003: 32.042.448 US$2004: 48.705.002 US$2005: 54.055.726 US$2006: 63.197.513 US$2007: 74.045.487 US$2008: 101.325.440 US$2009: 100.407.533 US$2010: 87.252.087 US$2011: 108.173.891 US$2012: 110.203.511 US$2014: 159.817.450 US$2015: 131.866.003 US$2016: 116.745.530 US$2017: 131.598.332 US$2018: 172.620.210 US$2019: 168.546.820 US$2020: 226.655.758 US$2021: 287.990.718 US$2022: 281.839.151 US$2023: 305.575.361 US$
Variação no período: +304 mi (+18.777,57%) Taxa média anual: 12,96 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Comores

Comores 306 mi US$
Mundo 796 bi US$
África Subsaariana 52,16 bi US$
África Oriental calculado 14,39 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 375 bi US$
Remessas recebidas — Comores, por ano Comores Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 306 mi +23,74 mi +8,42%
2022 282 mi −6,15 mi −2,14%
2021 288 mi +61,33 mi +27,06%
2020 227 mi +58,11 mi +34,48%
2019 169 mi −4,07 mi −2,36%
2018 173 mi +41,02 mi +31,17%
2017 132 mi +14,85 mi +12,72%
2016 117 mi −15,12 mi −11,47%
2015 132 mi −27,95 mi −17,49%
2014 160 mi
2012 110 mi +2,03 mi +1,88%
2011 108 mi +20,92 mi +23,98%
2010 87,25 mi −13,16 mi −13,1%
2009 100 mi −917.907 −0,91%
2008 101 mi +27,28 mi +36,84%
2007 74,05 mi +10,85 mi +17,17%
2006 63,2 mi +9,14 mi +16,91%
2005 54,06 mi +5,35 mi +10,99%
2004 48,71 mi +16,66 mi +52%
2003 32,04 mi
1995 12,21 mi −3,02 mi −19,83%
1994 15,23 mi −796.804 −4,97%
1993 16,03 mi +29.921 +0,19%
1992 16 mi +5,9 mi +58,48%
1991 10,1 mi +160.283 +1,61%
1990 9,94 mi +2,05 mi +25,97%
1989 7,89 mi +503.992 +6,83%
1988 7,38 mi +581.791 +8,55%
1987 6,8 mi +2,04 mi +42,74%
1986 4,76 mi +535.429 +12,66%
1985 4,23 mi +2,09 mi +97,64%
1984 2,14 mi +302.851 +16,49%
1983 1,84 mi −530.628 −22,41%
1982 2,37 mi +1,15 mi +93,78%
1981 1,22 mi −396.917 −24,52%
1980 1,62 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.