Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Senegal

Remessas recebidas no Senegal em 2023 — 3.267.137.361 US$. Posição 52 no mundo, de um total de 173. Desde 1974, o indicador aumentou 38.261,7%.

2023 3,27 bi US$ +12,25% vs 2022
Posição no mundo 52de 173
Máximo do período 3,27 bi US$2023
Mínimo do período 8,52 mi US$1974

Evolução ao longo do tempo

1974–2023 · US$

Remessas recebidas — Senegal, 1974–202301 bi2 bi3 bi4 bi197419791984198919941999200420092014201920231974: 8.516.661 US$1975: 26.316.662 US$1976: 45.992.790 US$1977: 43.064.205 US$1978: 55.615.662 US$1979: 56.270.721 US$1980: 77.054.306 US$1981: 68.192.329 US$1982: 66.310.364 US$1983: 58.966.156 US$1984: 53.758.190 US$1985: 79.418.968 US$1986: 108.949.921 US$1987: 117.822.601 US$1988: 117.543.091 US$1989: 112.755.684 US$1990: 142.067.581 US$1991: 162.562.485 US$1992: 175.676.010 US$1993: 170.008.347 US$1994: 113.831.894 US$1995: 146.028.709 US$1996: 150.479.199 US$1997: 150.465.322 US$1998: 147.418.829 US$1999: 186.030.797 US$2000: 234.066.647 US$2001: 304.944.980 US$2002: 346.122.851 US$2003: 512.080.217 US$2004: 634.031.645 US$2005: 789.138.740 US$2006: 926.064.835 US$2007: 1.193.376.016 US$2008: 1.482.085.064 US$2009: 1.355.834.397 US$2010: 1.479.119.820 US$2011: 1.616.025.933 US$2012: 1.576.225.069 US$2013: 1.777.897.284 US$2014: 1.931.624.793 US$2015: 1.757.754.462 US$2016: 1.980.581.470 US$2017: 2.148.911.385 US$2018: 2.427.531.906 US$2019: 2.525.650.779 US$2020: 2.607.382.543 US$2021: 3.096.612.365 US$2022: 2.910.590.307 US$2023: 3.267.137.361 US$
Variação no período: +3,26 bi (+38.261,72%) Taxa média anual: 12,91 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Senegal

Senegal 3,27 bi US$
Mundo 796 bi US$
África Subsaariana 52,16 bi US$
África Ocidental calculado 32,12 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 375 bi US$
Remessas recebidas — Senegal, por ano Senegal Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 3,27 bi +357 mi +12,25%
2022 2,91 bi −186 mi −6,01%
2021 3,1 bi +489 mi +18,76%
2020 2,61 bi +81,73 mi +3,24%
2019 2,53 bi +98,12 mi +4,04%
2018 2,43 bi +279 mi +12,97%
2017 2,15 bi +168 mi +8,5%
2016 1,98 bi +223 mi +12,68%
2015 1,76 bi −174 mi −9%
2014 1,93 bi +154 mi +8,65%
2013 1,78 bi +202 mi +12,79%
2012 1,58 bi −39,8 mi −2,46%
2011 1,62 bi +137 mi +9,26%
2010 1,48 bi +123 mi +9,09%
2009 1,36 bi −126 mi −8,52%
2008 1,48 bi +289 mi +24,19%
2007 1,19 bi +267 mi +28,87%
2006 926 mi +137 mi +17,35%
2005 789 mi +155 mi +24,46%
2004 634 mi +122 mi +23,81%
2003 512 mi +166 mi +47,95%
2002 346 mi +41,18 mi +13,5%
2001 305 mi +70,88 mi +30,28%
2000 234 mi +48,04 mi +25,82%
1999 186 mi +38,61 mi +26,19%
1998 147 mi −3,05 mi −2,02%
1997 150 mi −13.877 −0,01%
1996 150 mi +4,45 mi +3,05%
1995 146 mi +32,2 mi +28,28%
1994 114 mi −56,18 mi −33,04%
1993 170 mi −5,67 mi −3,23%
1992 176 mi +13,11 mi +8,07%
1991 163 mi +20,49 mi +14,43%
1990 142 mi +29,31 mi +26%
1989 113 mi −4,79 mi −4,07%
1988 118 mi −279.511 −0,24%
1987 118 mi +8,87 mi +8,14%
1986 109 mi +29,53 mi +37,18%
1985 79,42 mi +25,66 mi +47,73%
1984 53,76 mi −5,21 mi −8,83%
1983 58,97 mi −7,34 mi −11,08%
1982 66,31 mi −1,88 mi −2,76%
1981 68,19 mi −8,86 mi −11,5%
1980 77,05 mi +20,78 mi +36,93%
1979 56,27 mi +655.060 +1,18%
1978 55,62 mi +12,55 mi +29,15%
1977 43,06 mi −2,93 mi −6,37%
1976 45,99 mi +19,68 mi +74,77%
1975 26,32 mi +17,8 mi +209%
1974 8,52 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.