Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Nigéria

Remessas recebidas na Nigéria em 2025 — 22.789.097.830 US$. Posição 10 no mundo, de um total de 94. Desde 1977, o indicador aumentou 112.916,6%.

2025 22,79 bi US$ +2,99% vs 2024
Posição no mundo 10de 94
Máximo do período 24,31 bi US$2018
Mínimo do período 2,42 mi US$1988

Evolução ao longo do tempo

1977–2025 · US$

Remessas recebidas — Nigéria, 1977–2025010 bi20 bi30 bi197719821987199219972002200720122017202220251977: 20.164.384 US$1978: 3.148.258 US$1979: 8.278.045 US$1980: 21.946.634 US$1981: 16.188.874 US$1982: 17.818.397 US$1983: 13.804.340 US$1984: 11.741.263 US$1985: 10.069.659 US$1986: 3.989.688 US$1987: 2.739.018 US$1988: 2.424.527 US$1989: 10.183.666 US$1990: 10.008.540 US$1991: 65.544.714 US$1992: 56.448.404 US$1993: 793.154.026 US$1994: 549.872.704 US$1995: 250.043.007 US$1996: 296.587.337 US$1997: 585.738.410 US$1998: 448.546.825 US$1999: 1.301.055.577 US$2000: 1.391.826.072 US$2001: 1.166.614.598 US$2002: 1.208.958.588 US$2003: 1.062.820.789 US$2004: 2.272.734.507 US$2005: 14.640.084.310 US$2006: 16.932.144.079 US$2007: 18.014.430.787 US$2008: 19.199.974.036 US$2009: 18.370.796.915 US$2010: 19.744.755.063 US$2011: 20.616.772.501 US$2012: 20.542.884.460 US$2013: 20.797.073.957 US$2014: 20.999.084.800 US$2015: 20.626.046.924 US$2016: 19.697.938.004 US$2017: 22.037.016.832 US$2018: 24.311.022.416 US$2019: 23.809.281.401 US$2020: 17.207.547.306 US$2021: 19.483.402.059 US$2022: 20.127.614.151 US$2023: 19.549.549.365 US$2024: 22.126.757.545 US$2025: 22.789.097.830 US$
Variação no período: +22,77 bi (+112.916,58%) Taxa média anual: 15,77 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nigéria

Nigéria 22,79 bi US$
Mundo 804 bi US$
África Subsaariana 30,75 bi US$
Remessas recebidas — Nigéria, por ano Nigéria Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 22,79 bi +662 mi +2,99%
2024 22,13 bi +2,58 bi +13,18%
2023 19,55 bi −578 mi −2,87%
2022 20,13 bi +644 mi +3,31%
2021 19,48 bi +2,28 bi +13,23%
2020 17,21 bi −6,6 bi −27,73%
2019 23,81 bi −502 mi −2,06%
2018 24,31 bi +2,27 bi +10,32%
2017 22,04 bi +2,34 bi +11,87%
2016 19,7 bi −928 mi −4,5%
2015 20,63 bi −373 mi −1,78%
2014 21 bi +202 mi +0,97%
2013 20,8 bi +254 mi +1,24%
2012 20,54 bi −73,89 mi −0,36%
2011 20,62 bi +872 mi +4,42%
2010 19,74 bi +1,37 bi +7,48%
2009 18,37 bi −829 mi −4,32%
2008 19,2 bi +1,19 bi +6,58%
2007 18,01 bi +1,08 bi +6,39%
2006 16,93 bi +2,29 bi +15,66%
2005 14,64 bi +12,37 bi +544,16%
2004 2,27 bi +1,21 bi +113,84%
2003 1,06 bi −146 mi −12,09%
2002 1,21 bi +42,34 mi +3,63%
2001 1,17 bi −225 mi −16,18%
2000 1,39 bi +90,77 mi +6,98%
1999 1,3 bi +853 mi +190,06%
1998 449 mi −137 mi −23,42%
1997 586 mi +289 mi +97,49%
1996 297 mi +46,54 mi +18,61%
1995 250 mi −300 mi −54,53%
1994 550 mi −243 mi −30,67%
1993 793 mi +737 mi +1.305,1%
1992 56,45 mi −9,1 mi −13,88%
1991 65,54 mi +55,54 mi +554,89%
1990 10,01 mi −175.126 −1,72%
1989 10,18 mi +7,76 mi +320,03%
1988 2,42 mi −314.491 −11,48%
1987 2,74 mi −1,25 mi −31,35%
1986 3,99 mi −6,08 mi −60,38%
1985 10,07 mi −1,67 mi −14,24%
1984 11,74 mi −2,06 mi −14,95%
1983 13,8 mi −4,01 mi −22,53%
1982 17,82 mi +1,63 mi +10,07%
1981 16,19 mi −5,76 mi −26,24%
1980 21,95 mi +13,67 mi +165,12%
1979 8,28 mi +5,13 mi +162,94%
1978 3,15 mi −17,02 mi −84,39%
1977 20,16 mi

África Ocidental, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.