Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Costa do Marfim

Remessas recebidas na Costa do Marfim em 2024 — 1.770.769.897 US$. Posição 69 no mundo, de um total de 160. Desde 1975, o indicador aumentou 14.496,1%.

2024 1,77 bi US$ +35,06% vs 2023
Posição no mundo 69de 160
Máximo do período 1,77 bi US$2024
Mínimo do período 12,13 mi US$1975

Evolução ao longo do tempo

1975–2024 · US$

Remessas recebidas — Costa do Marfim, 1975–20240500 mi1 bi1,5 bi2 bi197519801985199019952000200520102015202020241975: 12.131.794 US$1976: 14.228.889 US$1977: 15.874.329 US$1978: 22.157.635 US$1979: 28.205.875 US$1980: 32.184.845 US$1981: 30.912.874 US$1982: 28.909.979 US$1983: 27.029.436 US$1984: 24.945.265 US$1985: 24.039.373 US$1986: 35.806.492 US$1987: 42.923.229 US$1988: 42.639.168 US$1989: 35.422.276 US$1990: 44.442.032 US$1991: 41.473.640 US$1992: 49.518.871 US$1993: 57.564.102 US$1994: 110.409.729 US$1995: 151.057.266 US$1996: 147.003.510 US$1997: 136.378.586 US$1998: 142.567.581 US$1999: 137.560.700 US$2000: 119.317.177 US$2001: 116.004.822 US$2002: 120.092.423 US$2003: 141.603.500 US$2004: 159.198.212 US$2005: 163.238.757 US$2006: 166.909.883 US$2007: 184.936.825 US$2008: 199.721.402 US$2009: 316.346.324 US$2010: 373.841.959 US$2011: 397.123.339 US$2012: 367.086.167 US$2013: 384.778.636 US$2014: 387.214.302 US$2015: 336.382.062 US$2016: 342.435.061 US$2017: 307.645.128 US$2018: 332.046.730 US$2019: 328.290.412 US$2020: 329.147.636 US$2021: 440.194.175 US$2022: 1.041.929.444 US$2023: 1.311.092.417 US$2024: 1.770.769.897 US$
Variação no período: +1,76 bi (+14.496,11%) Taxa média anual: 10,71 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Costa do Marfim

Costa do Marfim 1,77 bi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Ocidental calculado 32,37 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Costa do Marfim, por ano Costa do Marfim Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 1,77 bi +460 mi +35,06%
2023 1,31 bi +269 mi +25,83%
2022 1,04 bi +602 mi +136,7%
2021 440 mi +111 mi +33,74%
2020 329 mi +857.224 +0,26%
2019 328 mi −3,76 mi −1,13%
2018 332 mi +24,4 mi +7,93%
2017 308 mi −34,79 mi −10,16%
2016 342 mi +6,05 mi +1,8%
2015 336 mi −50,83 mi −13,13%
2014 387 mi +2,44 mi +0,63%
2013 385 mi +17,69 mi +4,82%
2012 367 mi −30,04 mi −7,56%
2011 397 mi +23,28 mi +6,23%
2010 374 mi +57,5 mi +18,17%
2009 316 mi +117 mi +58,39%
2008 200 mi +14,78 mi +7,99%
2007 185 mi +18,03 mi +10,8%
2006 167 mi +3,67 mi +2,25%
2005 163 mi +4,04 mi +2,54%
2004 159 mi +17,59 mi +12,43%
2003 142 mi +21,51 mi +17,91%
2002 120 mi +4,09 mi +3,52%
2001 116 mi −3,31 mi −2,78%
2000 119 mi −18,24 mi −13,26%
1999 138 mi −5,01 mi −3,51%
1998 143 mi +6,19 mi +4,54%
1997 136 mi −10,62 mi −7,23%
1996 147 mi −4,05 mi −2,68%
1995 151 mi +40,65 mi +36,82%
1994 110 mi +52,85 mi +91,8%
1993 57,56 mi +8,05 mi +16,25%
1992 49,52 mi +8,05 mi +19,4%
1991 41,47 mi −2,97 mi −6,68%
1990 44,44 mi +9,02 mi +25,46%
1989 35,42 mi −7,22 mi −16,93%
1988 42,64 mi −284.061 −0,66%
1987 42,92 mi +7,12 mi +19,88%
1986 35,81 mi +11,77 mi +48,95%
1985 24,04 mi −905.891 −3,63%
1984 24,95 mi −2,08 mi −7,71%
1983 27,03 mi −1,88 mi −6,5%
1982 28,91 mi −2 mi −6,48%
1981 30,91 mi −1,27 mi −3,95%
1980 32,18 mi +3,98 mi +14,11%
1979 28,21 mi +6,05 mi +27,3%
1978 22,16 mi +6,28 mi +39,58%
1977 15,87 mi +1,65 mi +11,56%
1976 14,23 mi +2,1 mi +17,29%
1975 12,13 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.