Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Guiné-Bissau

Remessas recebidas na Guiné-Bissau em 2024 — 217.179.323 US$. Posição 126 no mundo, de um total de 160. Desde 1988, o indicador aumentou 14.378,6%.

2024 217 mi US$ +6,26% vs 2023
Posição no mundo 126de 160
Máximo do período 217 mi US$2024
Mínimo do período 1 mi US$1990

Evolução ao longo do tempo

1988–2024 · US$

Remessas recebidas — Guiné-Bissau, 1988–20240100 mi200 mi300 mi19881992199620002004200820122016202020241988: 1.500.000 US$1989: 1.200.000 US$1990: 1.000.000 US$1991: 1.166.667 US$1992: 1.333.333 US$1993: 1.500.000 US$1994: 1.666.667 US$1995: 1.833.333 US$1996: 2.000.000 US$1997: 2.000.000 US$1998: 4.007.030 US$1999: 6.014.061 US$2000: 8.021.091 US$2001: 10.028.123 US$2002: 17.631.575 US$2003: 23.126.278 US$2004: 27.699.074 US$2005: 19.898.832 US$2006: 25.519.702 US$2007: 43.030.269 US$2008: 49.460.552 US$2009: 48.850.414 US$2010: 45.890.278 US$2011: 52.110.120 US$2012: 45.635.184 US$2013: 63.787.684 US$2014: 92.419.676 US$2015: 84.952.814 US$2016: 95.225.659 US$2017: 105.179.558 US$2018: 127.983.533 US$2019: 151.185.245 US$2020: 174.938.409 US$2021: 206.107.624 US$2022: 190.208.505 US$2023: 204.382.472 US$2024: 217.179.323 US$
Variação no período: +216 mi (+14.378,62%) Taxa média anual: 14,82 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 217 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Ocidental calculado 32,37 bi US$
Remessas recebidas — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 217 mi +12,8 mi +6,26%
2023 204 mi +14,17 mi +7,45%
2022 190 mi −15,9 mi −7,71%
2021 206 mi +31,17 mi +17,82%
2020 175 mi +23,75 mi +15,71%
2019 151 mi +23,2 mi +18,13%
2018 128 mi +22,8 mi +21,68%
2017 105 mi +9,95 mi +10,45%
2016 95,23 mi +10,27 mi +12,09%
2015 84,95 mi −7,47 mi −8,08%
2014 92,42 mi +28,63 mi +44,89%
2013 63,79 mi +18,15 mi +39,78%
2012 45,64 mi −6,47 mi −12,43%
2011 52,11 mi +6,22 mi +13,55%
2010 45,89 mi −2,96 mi −6,06%
2009 48,85 mi −610.138 −1,23%
2008 49,46 mi +6,43 mi +14,94%
2007 43,03 mi +17,51 mi +68,62%
2006 25,52 mi +5,62 mi +28,25%
2005 19,9 mi −7,8 mi −28,16%
2004 27,7 mi +4,57 mi +19,77%
2003 23,13 mi +5,49 mi +31,16%
2002 17,63 mi +7,6 mi +75,82%
2001 10,03 mi +2,01 mi +25,02%
2000 8,02 mi +2,01 mi +33,37%
1999 6,01 mi +2,01 mi +50,09%
1998 4,01 mi +2,01 mi +100,35%
1997 2 mi +0 +0%
1996 2 mi +166.667 +9,09%
1995 1,83 mi +166.667 +10%
1994 1,67 mi +166.667 +11,11%
1993 1,5 mi +166.667 +12,5%
1992 1,33 mi +166.667 +14,29%
1991 1,17 mi +166.667 +16,67%
1990 1 mi −200.000 −16,67%
1989 1,2 mi −300.000 −20%
1988 1,5 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.