Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Libéria

Remessas recebidas na Libéria em 2024 — 1.016.836.334 US$. Posição 84 no mundo, de um total de 160. Desde 2004, o indicador aumentou 1.639,8%.

2024 1,02 bi US$ +7,01% vs 2023
Posição no mundo 84de 160
Máximo do período 1,02 bi US$2024
Mínimo do período 25,12 mi US$2009

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · US$

Remessas recebidas — Libéria, 2004–20240500 mi1 bi1,5 bi200420062008201020122014201620182020202220242004: 58.446.876 US$2005: 31.854.956 US$2006: 78.814.942 US$2007: 61.977.178 US$2008: 58.122.232 US$2009: 25.116.904 US$2010: 294.231.962 US$2011: 523.002.507 US$2012: 546.822.359 US$2013: 412.747.709 US$2014: 512.000.268 US$2015: 654.424.479 US$2016: 580.127.751 US$2017: 403.475.873 US$2018: 459.924.732 US$2019: 346.244.092 US$2020: 417.015.428 US$2021: 864.960.442 US$2022: 876.690.544 US$2023: 950.205.085 US$2024: 1.016.836.334 US$
Variação no período: +958 mi (+1.639,76%) Taxa média anual: 15,35 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Libéria

Libéria 1,02 bi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Ocidental calculado 32,37 bi US$
Remessas recebidas — Libéria, por ano Libéria Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 1,02 bi +66,63 mi +7,01%
2023 950 mi +73,51 mi +8,39%
2022 877 mi +11,73 mi +1,36%
2021 865 mi +448 mi +107,42%
2020 417 mi +70,77 mi +20,44%
2019 346 mi −114 mi −24,72%
2018 460 mi +56,45 mi +13,99%
2017 403 mi −177 mi −30,45%
2016 580 mi −74,3 mi −11,35%
2015 654 mi +142 mi +27,82%
2014 512 mi +99,25 mi +24,05%
2013 413 mi −134 mi −24,52%
2012 547 mi +23,82 mi +4,55%
2011 523 mi +229 mi +77,75%
2010 294 mi +269 mi +1.071,45%
2009 25,12 mi −33,01 mi −56,79%
2008 58,12 mi −3,85 mi −6,22%
2007 61,98 mi −16,84 mi −21,36%
2006 78,81 mi +46,96 mi +147,42%
2005 31,85 mi −26,59 mi −45,5%
2004 58,45 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.