Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Burkina Faso

Remessas recebidas no Burkina Faso em 2024 — 595.244.650 US$. Posição 101 no mundo, de um total de 160. Desde 1974, o indicador aumentou 1.556,2%.

2024 595 mi US$ +1,86% vs 2023
Posição no mundo 101de 160
Máximo do período 595 mi US$2024
Mínimo do período 35,94 mi US$1974

Evolução ao longo do tempo

1974–2024 · US$

Remessas recebidas — Burkina Faso, 1974–20240200 mi400 mi600 mi197419791984198919941999200420092014201920241974: 35.940.308 US$1975: 47.654.621 US$1976: 51.023.121 US$1977: 60.147.423 US$1978: 78.074.638 US$1979: 109.669.144 US$1980: 150.431.030 US$1981: 153.360.977 US$1982: 110.302.223 US$1983: 113.213.974 US$1984: 90.237.778 US$1985: 125.921.799 US$1986: 191.625.382 US$1987: 173.280.075 US$1988: 187.028.153 US$1989: 155.259.277 US$1990: 139.672.852 US$1991: 112.967.812 US$1992: 128.813.965 US$1993: 117.222.412 US$1994: 80.346.947 US$1995: 78.178.307 US$1996: 76.009.666 US$1997: 73.841.026 US$1998: 71.672.386 US$1999: 69.503.746 US$2000: 67.335.106 US$2001: 49.915.524 US$2002: 58.734.135 US$2003: 53.747.391 US$2004: 44.417.328 US$2005: 56.664.820 US$2006: 67.996.282 US$2007: 84.436.174 US$2008: 99.742.143 US$2009: 96.373.876 US$2010: 120.462.189 US$2011: 221.068.019 US$2012: 209.980.744 US$2013: 308.469.520 US$2014: 396.308.041 US$2015: 384.985.616 US$2016: 397.373.893 US$2017: 416.839.243 US$2018: 455.650.092 US$2019: 467.251.842 US$2020: 524.608.105 US$2021: 570.950.969 US$2022: 523.912.791 US$2023: 584.392.247 US$2024: 595.244.650 US$
Variação no período: +559 mi (+1.556,2%) Taxa média anual: 5,77 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Burkina Faso

Burkina Faso 595 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Ocidental calculado 32,37 bi US$
Remessas recebidas — Burkina Faso, por ano Burkina Faso Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 595 mi +10,85 mi +1,86%
2023 584 mi +60,48 mi +11,54%
2022 524 mi −47,04 mi −8,24%
2021 571 mi +46,34 mi +8,83%
2020 525 mi +57,36 mi +12,28%
2019 467 mi +11,6 mi +2,55%
2018 456 mi +38,81 mi +9,31%
2017 417 mi +19,47 mi +4,9%
2016 397 mi +12,39 mi +3,22%
2015 385 mi −11,32 mi −2,86%
2014 396 mi +87,84 mi +28,48%
2013 308 mi +98,49 mi +46,9%
2012 210 mi −11,09 mi −5,02%
2011 221 mi +101 mi +83,52%
2010 120 mi +24,09 mi +24,99%
2009 96,37 mi −3,37 mi −3,38%
2008 99,74 mi +15,31 mi +18,13%
2007 84,44 mi +16,44 mi +24,18%
2006 68 mi +11,33 mi +20%
2005 56,66 mi +12,25 mi +27,57%
2004 44,42 mi −9,33 mi −17,36%
2003 53,75 mi −4,99 mi −8,49%
2002 58,73 mi +8,82 mi +17,67%
2001 49,92 mi −17,42 mi −25,87%
2000 67,34 mi −2,17 mi −3,12%
1999 69,5 mi −2,17 mi −3,03%
1998 71,67 mi −2,17 mi −2,94%
1997 73,84 mi −2,17 mi −2,85%
1996 76,01 mi −2,17 mi −2,77%
1995 78,18 mi −2,17 mi −2,7%
1994 80,35 mi −36,88 mi −31,46%
1993 117 mi −11,59 mi −9%
1992 129 mi +15,85 mi +14,03%
1991 113 mi −26,71 mi −19,12%
1990 140 mi −15,59 mi −10,04%
1989 155 mi −31,77 mi −16,99%
1988 187 mi +13,75 mi +7,93%
1987 173 mi −18,35 mi −9,57%
1986 192 mi +65,7 mi +52,18%
1985 126 mi +35,68 mi +39,54%
1984 90,24 mi −22,98 mi −20,29%
1983 113 mi +2,91 mi +2,64%
1982 110 mi −43,06 mi −28,08%
1981 153 mi +2,93 mi +1,95%
1980 150 mi +40,76 mi +37,17%
1979 110 mi +31,59 mi +40,47%
1978 78,07 mi +17,93 mi +29,81%
1977 60,15 mi +9,12 mi +17,88%
1976 51,02 mi +3,37 mi +7,07%
1975 47,65 mi +11,71 mi +32,59%
1974 35,94 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.