Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Guiné

Remessas recebidas na Guiné em 2024 — 616.420.000 US$. Posição 100 no mundo, de um total de 160. Desde 1986, o indicador aumentou 880.500%.

2024 616 mi US$ +24,07% vs 2023
Posição no mundo 100de 160
Máximo do período 616 mi US$2024
Mínimo do período 70.000 US$1986

Evolução ao longo do tempo

1986–2024 · US$

Remessas recebidas — Guiné, 1986–20240200 mi400 mi600 mi800 mi198619901994199820022006201020142018202220241986: 70.000 US$1987: 70.000 US$1988: 26.709.999 US$1989: 22.340.000 US$1990: 17.969.999 US$1991: 13.600.000 US$1992: 9.230.000 US$1993: 4.860.000 US$1994: 490.000 US$1995: 740.000 US$1996: 1.072.000 US$1997: 1.480.000 US$1998: 4.980.000 US$1999: 6.015.879 US$2000: 1.166.455 US$2001: 8.715.870 US$2002: 15.190.000 US$2003: 111.046.017 US$2004: 41.640.000 US$2005: 41.570.000 US$2006: 29.500.000 US$2007: 15.070.000 US$2008: 61.520.000 US$2009: 52.030.000 US$2010: 46.260.000 US$2011: 64.500.000 US$2012: 66.300.000 US$2013: 93.010.000 US$2014: 121.425.853 US$2015: 130.582.308 US$2016: 52.170.781 US$2017: 44.660.000 US$2018: 28.430.000 US$2019: 158.130.000 US$2020: 22.530.000 US$2021: 343.910.000 US$2022: 527.275.700 US$2023: 496.840.000 US$2024: 616.420.000 US$
Variação no período: +616 mi (+880.500%) Taxa média anual: 27 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné

Guiné 616 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Ocidental calculado 32,37 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Guiné, por ano Guiné Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 616 mi +120 mi +24,07%
2023 497 mi −30,44 mi −5,77%
2022 527 mi +183 mi +53,32%
2021 344 mi +321 mi +1.426,45%
2020 22,53 mi −136 mi −85,75%
2019 158 mi +130 mi +456,21%
2018 28,43 mi −16,23 mi −36,34%
2017 44,66 mi −7,51 mi −14,4%
2016 52,17 mi −78,41 mi −60,05%
2015 131 mi +9,16 mi +7,54%
2014 121 mi +28,42 mi +30,55%
2013 93,01 mi +26,71 mi +40,29%
2012 66,3 mi +1,8 mi +2,79%
2011 64,5 mi +18,24 mi +39,43%
2010 46,26 mi −5,77 mi −11,09%
2009 52,03 mi −9,49 mi −15,43%
2008 61,52 mi +46,45 mi +308,23%
2007 15,07 mi −14,43 mi −48,92%
2006 29,5 mi −12,07 mi −29,04%
2005 41,57 mi −70.000 −0,17%
2004 41,64 mi −69,41 mi −62,5%
2003 111 mi +95,86 mi +631,05%
2002 15,19 mi +6,47 mi +74,28%
2001 8,72 mi +7,55 mi +647,21%
2000 1,17 mi −4,85 mi −80,61%
1999 6,02 mi +1,04 mi +20,8%
1998 4,98 mi +3,5 mi +236,49%
1997 1,48 mi +408.000 +38,06%
1996 1,07 mi +332.000 +44,86%
1995 740.000 +250.000 +51,02%
1994 490.000 −4,37 mi −89,92%
1993 4,86 mi −4,37 mi −47,35%
1992 9,23 mi −4,37 mi −32,13%
1991 13,6 mi −4,37 mi −24,32%
1990 17,97 mi −4,37 mi −19,56%
1989 22,34 mi −4,37 mi −16,36%
1988 26,71 mi +26,64 mi +38.057,14%
1987 70.000 +0 +0%
1986 70.000

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.