Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Mianmar

Remessas recebidas em Mianmar em 2019 — 2.553.189.788 US$. Posição 53 no mundo, de um total de 178. Desde 1987, o indicador aumentou 42.646,9%.

2019 2,55 bi US$ −4,5% vs 2018
Posição no mundo 53de 178
Máximo do período 2,67 bi US$2018
Mínimo do período 279.829 US$1992

Evolução ao longo do tempo

1987–2019 · US$

Remessas recebidas — Mianmar, 1987–201901 bi2 bi3 bi1987199119951999200320072011201520191987: 5.972.805 US$1988: 6.836.565 US$1989: 9.275.734 US$1990: 5.970.436 US$1991: 1.552.868 US$1992: 279.829 US$1993: 28.537.930 US$1994: 41.800.518 US$1995: 80.575.033 US$1996: 122.450.105 US$1997: 147.205.581 US$1998: 135.822.963 US$1999: 135.053.918 US$2000: 102.152.605 US$2001: 116.158.176 US$2002: 105.385.646 US$2003: 84.412.132 US$2004: 116.573.116 US$2005: 129.488.928 US$2006: 115.168.164 US$2007: 81.009.058 US$2008: 54.744.020 US$2009: 54.472.032 US$2010: 114.854.849 US$2011: 127.075.981 US$2012: 274.616.062 US$2013: 1.643.883.378 US$2014: 1.807.677.675 US$2015: 1.933.727.555 US$2016: 2.254.714.796 US$2017: 2.452.869.388 US$2018: 2.673.495.005 US$2019: 2.553.189.788 US$
Variação no período: +2,55 bi (+42.646,92%) Taxa média anual: 20,84 %

Comparação, 2019

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mianmar

Mianmar 2,55 bi US$
Mundo 638 bi US$
Sudeste Asiático calculado 61,8 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 312 bi US$
Remessas recebidas — Mianmar, por ano Mianmar Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2019 2,55 bi −120 mi −4,5%
2018 2,67 bi +221 mi +8,99%
2017 2,45 bi +198 mi +8,79%
2016 2,25 bi +321 mi +16,6%
2015 1,93 bi +126 mi +6,97%
2014 1,81 bi +164 mi +9,96%
2013 1,64 bi +1,37 bi +498,61%
2012 275 mi +148 mi +116,1%
2011 127 mi +12,22 mi +10,64%
2010 115 mi +60,38 mi +110,85%
2009 54,47 mi −271.988 −0,5%
2008 54,74 mi −26,27 mi −32,42%
2007 81,01 mi −34,16 mi −29,66%
2006 115 mi −14,32 mi −11,06%
2005 129 mi +12,92 mi +11,08%
2004 117 mi +32,16 mi +38,1%
2003 84,41 mi −20,97 mi −19,9%
2002 105 mi −10,77 mi −9,27%
2001 116 mi +14,01 mi +13,71%
2000 102 mi −32,9 mi −24,36%
1999 135 mi −769.045 −0,57%
1998 136 mi −11,38 mi −7,73%
1997 147 mi +24,76 mi +20,22%
1996 122 mi +41,88 mi +51,97%
1995 80,58 mi +38,77 mi +92,76%
1994 41,8 mi +13,26 mi +46,47%
1993 28,54 mi +28,26 mi +10.098,34%
1992 279.829 −1,27 mi −81,98%
1991 1,55 mi −4,42 mi −73,99%
1990 5,97 mi −3,31 mi −35,63%
1989 9,28 mi +2,44 mi +35,68%
1988 6,84 mi +863.760 +14,46%
1987 5,97 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.