Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Tailândia

Remessas recebidas na Tailândia em 2025 — 12.050.349.981 US$. Posição 18 no mundo, de um total de 94. Desde 1975, o indicador aumentou 65.213,1%.

2025 12,05 bi US$ +27,43% vs 2024
Posição no mundo 18de 94
Máximo do período 12,05 bi US$2025
Mínimo do período 18,45 mi US$1975

Evolução ao longo do tempo

1975–2025 · US$

Remessas recebidas — Tailândia, 1975–202505 bi10 bi15 bi197519801985199019952000200520102015202020251975: 18.450.121 US$1976: 24.019.487 US$1977: 45.048.794 US$1978: 104.392.876 US$1979: 188.640.701 US$1980: 383.128.845 US$1981: 477.864.777 US$1982: 618.736.023 US$1983: 846.039.185 US$1984: 893.287.170 US$1985: 877.258.728 US$1986: 795.232.544 US$1987: 841.855.347 US$1988: 926.754.028 US$1989: 943.207.947 US$1990: 973.244.507 US$1991: 1.019.360.107 US$1992: 444.564.972 US$1993: 1.111.689.453 US$1994: 1.280.921.387 US$1995: 1.695.279.817 US$1996: 1.805.949.705 US$1997: 1.658.406.238 US$1998: 1.424.466.820 US$1999: 1.460.133.614 US$2000: 1.696.785.433 US$2001: 1.252.447.488 US$2002: 1.379.995.429 US$2003: 1.607.350.389 US$2004: 1.621.875.957 US$2005: 1.187.020.000 US$2006: 1.333.360.000 US$2007: 1.634.850.000 US$2008: 1.898.410.000 US$2009: 3.808.000.000 US$2010: 4.433.160.000 US$2011: 5.255.620.000 US$2012: 5.656.788.795 US$2013: 6.584.860.455 US$2014: 6.524.114.892 US$2015: 5.894.665.233 US$2016: 6.270.025.972 US$2017: 6.720.117.054 US$2018: 7.466.081.912 US$2019: 7.784.589.349 US$2020: 7.873.436.750 US$2021: 8.679.453.301 US$2022: 8.948.704.040 US$2023: 9.692.019.400 US$2024: 9.456.168.895 US$2025: 12.050.349.981 US$
Variação no período: +12,03 bi (+65.213,12%) Taxa média anual: 13,84 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Tailândia

Tailândia 12,05 bi US$
Mundo 804 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Tailândia, por ano Tailândia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 12,05 bi +2,59 bi +27,43%
2024 9,46 bi −236 mi −2,43%
2023 9,69 bi +743 mi +8,31%
2022 8,95 bi +269 mi +3,1%
2021 8,68 bi +806 mi +10,24%
2020 7,87 bi +88,85 mi +1,14%
2019 7,78 bi +319 mi +4,27%
2018 7,47 bi +746 mi +11,1%
2017 6,72 bi +450 mi +7,18%
2016 6,27 bi +375 mi +6,37%
2015 5,89 bi −629 mi −9,65%
2014 6,52 bi −60,75 mi −0,92%
2013 6,58 bi +928 mi +16,41%
2012 5,66 bi +401 mi +7,63%
2011 5,26 bi +822 mi +18,55%
2010 4,43 bi +625 mi +16,42%
2009 3,81 bi +1,91 bi +100,59%
2008 1,9 bi +264 mi +16,12%
2007 1,63 bi +301 mi +22,61%
2006 1,33 bi +146 mi +12,33%
2005 1,19 bi −435 mi −26,81%
2004 1,62 bi +14,53 mi +0,9%
2003 1,61 bi +227 mi +16,48%
2002 1,38 bi +128 mi +10,18%
2001 1,25 bi −444 mi −26,19%
2000 1,7 bi +237 mi +16,21%
1999 1,46 bi +35,67 mi +2,5%
1998 1,42 bi −234 mi −14,11%
1997 1,66 bi −148 mi −8,17%
1996 1,81 bi +111 mi +6,53%
1995 1,7 bi +414 mi +32,35%
1994 1,28 bi +169 mi +15,22%
1993 1,11 bi +667 mi +150,06%
1992 445 mi −575 mi −56,39%
1991 1,02 bi +46,12 mi +4,74%
1990 973 mi +30,04 mi +3,18%
1989 943 mi +16,45 mi +1,78%
1988 927 mi +84,9 mi +10,08%
1987 842 mi +46,62 mi +5,86%
1986 795 mi −82,03 mi −9,35%
1985 877 mi −16,03 mi −1,79%
1984 893 mi +47,25 mi +5,58%
1983 846 mi +227 mi +36,74%
1982 619 mi +141 mi +29,48%
1981 478 mi +94,74 mi +24,73%
1980 383 mi +194 mi +103,1%
1979 189 mi +84,25 mi +80,7%
1978 104 mi +59,34 mi +131,73%
1977 45,05 mi +21,03 mi +87,55%
1976 24,02 mi +5,57 mi +30,19%
1975 18,45 mi

Sudeste Asiático, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.