Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Camboja

Remessas recebidas no Camboja em 2025 — 2.198.195.092 US$. Posição 47 no mundo, de um total de 94. Desde 1992, o indicador aumentou 24.324,4%.

2025 2,2 bi US$ −22,27% vs 2024
Posição no mundo 47de 94
Máximo do período 2,83 bi US$2024
Mínimo do período 9 mi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1992–2025 · US$

Remessas recebidas — Camboja, 1992–202501 bi2 bi3 bi1992199620002004200820122016202020241992: 9.000.000 US$1993: 9.500.000 US$1994: 11.300.000 US$1995: 11.600.000 US$1996: 11.600.000 US$1997: 11.700.000 US$1998: 72.200.000 US$1999: 82.400.000 US$2000: 102.600.000 US$2001: 112.800.000 US$2002: 123.000.000 US$2003: 128.200.000 US$2004: 147.400.000 US$2005: 163.700.000 US$2006: 183.700.000 US$2007: 185.800.000 US$2008: 187.918.000 US$2009: 142.213.500 US$2010: 557.456.184 US$2011: 610.649.730 US$2012: 855.043.137 US$2013: 1.003.326.431 US$2014: 1.103.123.112 US$2015: 1.185.470.633 US$2016: 1.199.209.466 US$2017: 1.287.315.707 US$2018: 1.431.304.827 US$2019: 2.654.393.615 US$2020: 2.587.757.355 US$2021: 2.538.809.148 US$2022: 2.616.016.586 US$2023: 2.781.885.245 US$2024: 2.827.917.512 US$2025: 2.198.195.092 US$
Variação no período: +2,19 bi (+24.324,39%) Taxa média anual: 18,13 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Camboja

Camboja 2,2 bi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Camboja, por ano Camboja Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 2,2 bi −630 mi −22,27%
2024 2,83 bi +46,03 mi +1,65%
2023 2,78 bi +166 mi +6,34%
2022 2,62 bi +77,21 mi +3,04%
2021 2,54 bi −48,95 mi −1,89%
2020 2,59 bi −66,64 mi −2,51%
2019 2,65 bi +1,22 bi +85,45%
2018 1,43 bi +144 mi +11,19%
2017 1,29 bi +88,11 mi +7,35%
2016 1,2 bi +13,74 mi +1,16%
2015 1,19 bi +82,35 mi +7,46%
2014 1,1 bi +99,8 mi +9,95%
2013 1 bi +148 mi +17,34%
2012 855 mi +244 mi +40,02%
2011 611 mi +53,19 mi +9,54%
2010 557 mi +415 mi +291,99%
2009 142 mi −45,7 mi −24,32%
2008 188 mi +2,12 mi +1,14%
2007 186 mi +2,1 mi +1,14%
2006 184 mi +20 mi +12,22%
2005 164 mi +16,3 mi +11,06%
2004 147 mi +19,2 mi +14,98%
2003 128 mi +5,2 mi +4,23%
2002 123 mi +10,2 mi +9,04%
2001 113 mi +10,2 mi +9,94%
2000 103 mi +20,2 mi +24,51%
1999 82,4 mi +10,2 mi +14,13%
1998 72,2 mi +60,5 mi +517,09%
1997 11,7 mi +100.000 +0,86%
1996 11,6 mi +0 +0%
1995 11,6 mi +300.000 +2,65%
1994 11,3 mi +1,8 mi +18,95%
1993 9,5 mi +500.000 +5,56%
1992 9 mi

Sudeste Asiático, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.