Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Timor-Leste

Remessas recebidas em Timor-Leste em 2025 — 189.945.050 US$. Posição 81 no mundo, de um total de 94. Desde 2006, o indicador aumentou 5.114,9%.

2025 190 mi US$ −13,49% vs 2024
Posição no mundo 81de 94
Máximo do período 220 mi US$2024
Mínimo do período 3,64 mi US$2006

Evolução ao longo do tempo

2006–2025 · US$

Remessas recebidas — Timor-Leste, 2006–20250100 mi200 mi300 mi200620082010201220142016201820202022202420252006: 3.642.322 US$2007: 10.444.878 US$2008: 17.655.482 US$2009: 113.347.854 US$2010: 137.135.948 US$2011: 136.896.002 US$2012: 119.859.808 US$2013: 33.649.747 US$2014: 43.679.895 US$2015: 61.586.100 US$2016: 80.174.600 US$2017: 87.044.514 US$2018: 96.320.932 US$2019: 75.710.834 US$2020: 95.850.229 US$2021: 150.041.331 US$2022: 145.974.681 US$2023: 192.987.555 US$2024: 219.567.997 US$2025: 189.945.050 US$
Variação no período: +186 mi (+5.114,94%) Taxa média anual: 23,14 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Timor-Leste

Timor-Leste 190 mi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Timor-Leste, por ano Timor-Leste Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 190 mi −29,62 mi −13,49%
2024 220 mi +26,58 mi +13,77%
2023 193 mi +47,01 mi +32,21%
2022 146 mi −4,07 mi −2,71%
2021 150 mi +54,19 mi +56,54%
2020 95,85 mi +20,14 mi +26,6%
2019 75,71 mi −20,61 mi −21,4%
2018 96,32 mi +9,28 mi +10,66%
2017 87,04 mi +6,87 mi +8,57%
2016 80,17 mi +18,59 mi +30,18%
2015 61,59 mi +17,91 mi +40,99%
2014 43,68 mi +10,03 mi +29,81%
2013 33,65 mi −86,21 mi −71,93%
2012 120 mi −17,04 mi −12,44%
2011 137 mi −239.946 −0,17%
2010 137 mi +23,79 mi +20,99%
2009 113 mi +95,69 mi +542%
2008 17,66 mi +7,21 mi +69,03%
2007 10,44 mi +6,8 mi +186,76%
2006 3,64 mi

Sudeste Asiático, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.