Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Laos

Remessas recebidas no Laos em 2024 — 246.586.347 US$. Posição 121 no mundo, de um total de 160. Desde 1984, o indicador aumentou 8.706,7%.

2024 247 mi US$ −14,14% vs 2023
Posição no mundo 121de 160
Máximo do período 297 mi US$2019
Mínimo do período 400.000 US$1995

Evolução ao longo do tempo

1984–2024 · US$

Remessas recebidas — Laos, 1984–20240100 mi200 mi300 mi198419881992199620002004200820122016202020241984: 2.800.000 US$1985: 3.500.000 US$1986: 3.700.000 US$1987: 3.500.000 US$1988: 6.700.000 US$1989: 8.300.000 US$1990: 10.900.000 US$1991: 10.400.000 US$1992: 10.800.000 US$1993: 12.100.000 US$1994: 10.000.000 US$1995: 400.000 US$1996: 500.000 US$1997: 500.000 US$1998: 600.000 US$1999: 600.000 US$2000: 660.000 US$2001: 694.575 US$2002: 729.304 US$2003: 765.769 US$2004: 804.057 US$2005: 830.000 US$2006: 4.237.233 US$2007: 6.203.733 US$2008: 17.774.603 US$2009: 37.576.335 US$2010: 41.774.225 US$2011: 110.297.813 US$2012: 202.988.749 US$2013: 170.436.768 US$2014: 188.048.240 US$2015: 189.212.314 US$2016: 189.361.894 US$2017: 242.708.578 US$2018: 239.879.527 US$2019: 296.516.567 US$2020: 232.166.104 US$2021: 219.524.485 US$2022: 239.756.138 US$2023: 287.186.439 US$2024: 246.586.347 US$
Variação no período: +244 mi (+8.706,66%) Taxa média anual: 11,85 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Laos

Laos 247 mi US$
Mundo 857 bi US$
Sudeste Asiático calculado 70,67 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Laos, por ano Laos Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 247 mi −40,6 mi −14,14%
2023 287 mi +47,43 mi +19,78%
2022 240 mi +20,23 mi +9,22%
2021 220 mi −12,64 mi −5,45%
2020 232 mi −64,35 mi −21,7%
2019 297 mi +56,64 mi +23,61%
2018 240 mi −2,83 mi −1,17%
2017 243 mi +53,35 mi +28,17%
2016 189 mi +149.580 +0,08%
2015 189 mi +1,16 mi +0,62%
2014 188 mi +17,61 mi +10,33%
2013 170 mi −32,55 mi −16,04%
2012 203 mi +92,69 mi +84,04%
2011 110 mi +68,52 mi +164,03%
2010 41,77 mi +4,2 mi +11,17%
2009 37,58 mi +19,8 mi +111,4%
2008 17,77 mi +11,57 mi +186,51%
2007 6,2 mi +1,97 mi +46,41%
2006 4,24 mi +3,41 mi +410,51%
2005 830.000 +25.943 +3,23%
2004 804.057 +38.288 +5%
2003 765.769 +36.465 +5%
2002 729.304 +34.729 +5%
2001 694.575 +34.575 +5,24%
2000 660.000 +60.000 +10%
1999 600.000 +0 +0%
1998 600.000 +100.000 +20%
1997 500.000 +0 +0%
1996 500.000 +100.000 +25%
1995 400.000 −9,6 mi −96%
1994 10 mi −2,1 mi −17,36%
1993 12,1 mi +1,3 mi +12,04%
1992 10,8 mi +400.001 +3,85%
1991 10,4 mi −500.000 −4,59%
1990 10,9 mi +2,6 mi +31,33%
1989 8,3 mi +1,6 mi +23,88%
1988 6,7 mi +3,2 mi +91,43%
1987 3,5 mi −200.000 −5,41%
1986 3,7 mi +200.000 +5,71%
1985 3,5 mi +700.000 +25%
1984 2,8 mi

Sudeste Asiático, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.