Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Sudeste Asiático

Remessas recebidas no Sudeste Asiático em 2024 — 70.673.293.409 US$. Desde 1992, o indicador aumentou 1.988%.

2024 70,67 bi US$ +3,59% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 70,67 bi US$2024
Mínimo do período 3,38 bi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1992–2024 · US$

Remessas recebidas — Sudeste Asiático, 1992–2024020 bi40 bi60 bi80 bi1992199620002004200820122016202020241992: 3.384.743.083 US$1993: 4.270.423.071 US$1994: 5.364.293.779 US$1995: 7.914.650.856 US$1996: 7.775.653.006 US$1997: 9.536.252.890 US$1998: 7.910.844.111 US$1999: 9.803.082.269 US$2000: 11.698.766.459 US$2001: 12.755.205.502 US$2002: 14.808.027.943 US$2003: 16.219.490.273 US$2004: 18.332.836.541 US$2005: 21.750.189.939 US$2006: 24.224.029.946 US$2007: 26.086.318.065 US$2008: 29.150.446.308 US$2009: 32.038.896.999 US$2010: 34.859.991.492 US$2011: 37.429.632.152 US$2012: 40.224.978.479 US$2013: 45.190.786.640 US$2014: 48.488.123.736 US$2015: 50.366.947.013 US$2016: 51.646.034.566 US$2017: 54.238.300.574 US$2018: 58.616.973.504 US$2019: 61.795.620.785 US$2020: 56.749.665.205 US$2021: 59.227.903.145 US$2022: 64.706.186.715 US$2023: 68.222.241.555 US$2024: 70.673.293.409 US$
Variação no período: +67,29 bi (+1.988%) Taxa média anual: 9,96 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Sudeste Asiático

Sudeste Asiático 70,67 bi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — Sudeste Asiático, por ano Sudeste Asiático Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 70,67 bi +2,45 bi +3,59%
2023 68,22 bi +3,52 bi +5,43%
2022 64,71 bi +5,48 bi +9,25%
2021 59,23 bi +2,48 bi +4,37%
2020 56,75 bi −5,05 bi −8,17%
2019 61,8 bi +3,18 bi +5,42%
2018 58,62 bi +4,38 bi +8,07%
2017 54,24 bi +2,59 bi +5,02%
2016 51,65 bi +1,28 bi +2,54%
2015 50,37 bi +1,88 bi +3,87%
2014 48,49 bi +3,3 bi +7,3%
2013 45,19 bi +4,97 bi +12,35%
2012 40,22 bi +2,8 bi +7,47%
2011 37,43 bi +2,57 bi +7,37%
2010 34,86 bi +2,82 bi +8,81%
2009 32,04 bi +2,89 bi +9,91%
2008 29,15 bi +3,06 bi +11,75%
2007 26,09 bi +1,86 bi +7,69%
2006 24,22 bi +2,47 bi +11,37%
2005 21,75 bi +3,42 bi +18,64%
2004 18,33 bi +2,11 bi +13,03%
2003 16,22 bi +1,41 bi +9,53%
2002 14,81 bi +2,05 bi +16,09%
2001 12,76 bi +1,06 bi +9,03%
2000 11,7 bi +1,9 bi +19,34%
1999 9,8 bi +1,89 bi +23,92%
1998 7,91 bi −1,63 bi −17,04%
1997 9,54 bi +1,76 bi +22,64%
1996 7,78 bi −139 mi −1,76%
1995 7,91 bi +2,55 bi +47,54%
1994 5,36 bi +1,09 bi +25,62%
1993 4,27 bi +886 mi +26,17%
1992 3,38 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.