Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Azerbaijão

Intensidade de carbono da economia no Azerbaijão em 2022 — 0,235 kg/$. Posição 105 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 75%.

2022 0,235 kg/$ +2,62% vs 2021
Posição no mundo 105de 164
Máximo do período 1,591 kg/$1994
Mínimo do período 0,191 kg/$2010

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Azerbaijão, 1973–202200,511,52197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,939 kg/$1980: 1,05 kg/$1981: 0,97 kg/$1982: 0,931 kg/$1983: 0,909 kg/$1984: 0,864 kg/$1985: 0,896 kg/$1986: 0,909 kg/$1987: 0,818 kg/$1988: 0,793 kg/$1989: 0,863 kg/$1990: 0,964 kg/$1991: 0,937 kg/$1992: 1,344 kg/$1993: 1,49 kg/$1994: 1,591 kg/$1995: 1,436 kg/$1996: 1,3 kg/$1997: 1,129 kg/$1998: 1,122 kg/$1999: 0,904 kg/$2000: 0,869 kg/$2001: 0,771 kg/$2002: 0,709 kg/$2003: 0,678 kg/$2004: 0,644 kg/$2005: 0,534 kg/$2006: 0,397 kg/$2007: 0,273 kg/$2008: 0,268 kg/$2009: 0,214 kg/$2010: 0,191 kg/$2011: 0,207 kg/$2012: 0,22 kg/$2013: 0,213 kg/$2014: 0,212 kg/$2015: 0,211 kg/$2016: 0,218 kg/$2017: 0,218 kg/$2018: 0,214 kg/$2019: 0,228 kg/$2020: 0,228 kg/$2021: 0,229 kg/$2022: 0,235 kg/$
Variação no período: −0,704 (−74,97%) Taxa média anual: -2,79 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Azerbaijão

Azerbaijão 0,235 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Azerbaijão, por ano Azerbaijão Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,235 +0,006 +2,62%
2021 0,229 +0,001 +0,44%
2020 0,228 +0 +0%
2019 0,228 +0,014 +6,54%
2018 0,214 −0,004 −1,83%
2017 0,218 +0 +0%
2016 0,218 +0,007 +3,32%
2015 0,211 −0,001 −0,47%
2014 0,212 −0,001 −0,47%
2013 0,213 −0,007 −3,18%
2012 0,22 +0,013 +6,28%
2011 0,207 +0,016 +8,38%
2010 0,191 −0,023 −10,75%
2009 0,214 −0,054 −20,15%
2008 0,268 −0,005 −1,83%
2007 0,273 −0,124 −31,23%
2006 0,397 −0,137 −25,66%
2005 0,534 −0,11 −17,08%
2004 0,644 −0,034 −5,01%
2003 0,678 −0,031 −4,37%
2002 0,709 −0,062 −8,04%
2001 0,771 −0,098 −11,28%
2000 0,869 −0,035 −3,87%
1999 0,904 −0,218 −19,43%
1998 1,122 −0,007 −0,62%
1997 1,129 −0,171 −13,15%
1996 1,3 −0,136 −9,47%
1995 1,436 −0,155 −9,74%
1994 1,591 +0,101 +6,78%
1993 1,49 +0,146 +10,86%
1992 1,344 +0,407 +43,44%
1991 0,937 −0,027 −2,8%
1990 0,964 +0,101 +11,7%
1989 0,863 +0,07 +8,83%
1988 0,793 −0,025 −3,06%
1987 0,818 −0,091 −10,01%
1986 0,909 +0,013 +1,45%
1985 0,896 +0,032 +3,7%
1984 0,864 −0,045 −4,95%
1983 0,909 −0,022 −2,36%
1982 0,931 −0,039 −4,02%
1981 0,97 −0,08 −7,62%
1980 1,05
1973 0,939

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.