Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Arábia Saudita

Intensidade de carbono da economia na Arábia Saudita em 2022 — 0,366 kg/$. Posição 137 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador caiu 2,4%.

2022 0,366 kg/$ −11,81% vs 2021
Posição no mundo 137de 164
Máximo do período 1,133 kg/$1986
Mínimo do período 0 kg/$1951

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Arábia Saudita, 1950–202200,511,519501958196619741982199019982006201420221950: 0,375 kg/$1952: 0 kg/$1954: 0,064 kg/$1956: 0,077 kg/$1958: 0,087 kg/$1960: 0,096 kg/$1962: 0,178 kg/$1964: 0,17 kg/$1966: 0,12 kg/$1968: 0,461 kg/$1970: 0,61 kg/$1972: 0,717 kg/$1974: 0,731 kg/$1976: 0,69 kg/$1978: 0,641 kg/$1980: 0,803 kg/$1982: 0,683 kg/$1984: 0,755 kg/$1986: 1,133 kg/$1988: 1,037 kg/$1990: 0,79 kg/$1992: 0,902 kg/$1994: 0,866 kg/$1996: 0,706 kg/$1998: 0,502 kg/$2000: 0,634 kg/$2002: 0,669 kg/$2004: 0,59 kg/$2006: 0,534 kg/$2008: 0,467 kg/$2010: 0,48 kg/$2012: 0,426 kg/$2014: 0,385 kg/$2016: 0,394 kg/$2018: 0,39 kg/$2020: 0,405 kg/$2022: 0,366 kg/$
Variação no período: −0,009 (−2,4%) Taxa média anual: -0,03 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Arábia Saudita

Arábia Saudita 0,366 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Oriente Médio e Norte da África calculado 0,332 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Arábia Saudita, por ano Arábia Saudita Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,366 −0,049 −11,81%
2021 0,415 +0,01 +2,47%
2020 0,405 −0,015 −3,57%
2019 0,42 +0,03 +7,69%
2018 0,39 −0,006 −1,52%
2017 0,396 +0,002 +0,51%
2016 0,394 +0,002 +0,51%
2015 0,392 +0,007 +1,82%
2014 0,385 −0,014 −3,51%
2013 0,399 −0,027 −6,34%
2012 0,426 +0,025 +6,23%
2011 0,401 −0,079 −16,46%
2010 0,48 −0,004 −0,83%
2009 0,484 +0,017 +3,64%
2008 0,467 −0,005 −1,06%
2007 0,472 −0,062 −11,61%
2006 0,534 −0,002 −0,37%
2005 0,536 −0,054 −9,15%
2004 0,59 +0,012 +2,08%
2003 0,578 −0,091 −13,6%
2002 0,669 +0,029 +4,53%
2001 0,64 +0,006 +0,95%
2000 0,634 +0,094 +17,41%
1999 0,54 +0,038 +7,57%
1998 0,502 −0,059 −10,52%
1997 0,561 −0,145 −20,54%
1996 0,706 −0,069 −8,9%
1995 0,775 −0,091 −10,51%
1994 0,866 −0,07 −7,48%
1993 0,936 +0,034 +3,77%
1992 0,902 +0,026 +2,97%
1991 0,876 +0,086 +10,89%
1990 0,79 −0,217 −21,55%
1989 1,007 −0,03 −2,89%
1988 1,037 +0,029 +2,88%
1987 1,008 −0,125 −11,03%
1986 1,133 +0,236 +26,31%
1985 0,897 +0,142 +18,81%
1984 0,755 −0,025 −3,21%
1983 0,78 +0,097 +14,2%
1982 0,683 −0,088 −11,41%
1981 0,771 −0,032 −3,99%
1980 0,803 +0,082 +11,37%
1979 0,721 +0,08 +12,48%
1978 0,641 −0,057 −8,17%
1977 0,698 +0,008 +1,16%
1976 0,69 +0,075 +12,2%
1975 0,615 −0,116 −15,87%
1974 0,731 −0,079 −9,75%
1973 0,81 +0,093 +12,97%
1972 0,717 +0,013 +1,85%
1971 0,704 +0,094 +15,41%
1970 0,61 +0,09 +17,31%
1969 0,52 +0,059 +12,8%
1968 0,461 +0,021 +4,77%
1967 0,44 +0,32 +266,67%
1966 0,12 +0,029 +31,87%
1965 0,091 −0,079 −46,47%
1964 0,17 −0,012 −6,59%
1963 0,182 +0,004 +2,25%
1962 0,178 +0,064 +56,14%
1961 0,114 +0,018 +18,75%
1960 0,096 +0,023 +31,51%
1959 0,073 −0,014 −16,09%
1958 0,087 −0,009 −9,38%
1957 0,096 +0,019 +24,68%
1956 0,077 −0,03 −28,04%
1955 0,107 +0,043 +67,19%
1954 0,064 +0,037 +137,04%
1953 0,027 +0,027
1952 0 +0
1951 0 −0,375 −100%
1950 0,375

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.