Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Síria

Intensidade de carbono da economia na Síria em 2022 — 0,6 kg/$. Posição 157 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 1.835,5%.

2022 0,6 kg/$ +0,17% vs 2021
Posição no mundo 157de 164
Máximo do período 0,6 kg/$2022
Mínimo do período 0,027 kg/$1954

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Síria, 1950–202200,20,40,619501958196619741982199019982006201420221950: 0,031 kg/$1952: 0,029 kg/$1954: 0,027 kg/$1956: 0,089 kg/$1958: 0,105 kg/$1960: 0,147 kg/$1962: 0,109 kg/$1964: 0,146 kg/$1966: 0,178 kg/$1968: 0,193 kg/$1970: 0,188 kg/$1972: 0,16 kg/$1974: 0,175 kg/$1976: 0,188 kg/$1978: 0,194 kg/$1980: 0,228 kg/$1982: 0,24 kg/$1984: 0,333 kg/$1986: 0,313 kg/$1988: 0,32 kg/$1990: 0,33 kg/$1992: 0,323 kg/$1994: 0,33 kg/$1996: 0,338 kg/$1998: 0,394 kg/$2000: 0,435 kg/$2002: 0,316 kg/$2004: 0,409 kg/$2006: 0,407 kg/$2008: 0,486 kg/$2010: 0,432 kg/$2012: 0,469 kg/$2014: 0,533 kg/$2016: 0,488 kg/$2018: 0,528 kg/$2020: 0,579 kg/$2022: 0,6 kg/$
Variação no período: +0,569 (+1.835,48%) Taxa média anual: 4,2 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Síria

Síria 0,6 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Oriente Médio e Norte da África calculado 0,332 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Países de renda baixa calculado 0,15 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Síria, por ano Síria Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,6 +0,001 +0,17%
2021 0,599 +0,02 +3,45%
2020 0,579 +0,043 +8,02%
2019 0,536 +0,008 +1,52%
2018 0,528 −0,053 −9,12%
2017 0,581 +0,093 +19,06%
2016 0,488 −0,004 −0,81%
2015 0,492 −0,041 −7,69%
2014 0,533 +0,063 +13,4%
2013 0,47 +0,001 +0,21%
2012 0,469 +0,029 +6,59%
2011 0,44 +0,008 +1,85%
2010 0,432 −0,014 −3,14%
2009 0,446 −0,04 −8,23%
2008 0,486 +0,004 +0,83%
2007 0,482 +0,075 +18,43%
2006 0,407 +0,012 +3,04%
2005 0,395 −0,014 −3,42%
2004 0,409 −0,043 −9,51%
2003 0,452 +0,136 +43,04%
2002 0,316 −0,093 −22,74%
2001 0,409 −0,026 −5,98%
2000 0,435 −0,003 −0,68%
1999 0,438 +0,044 +11,17%
1998 0,394 +0,023 +6,2%
1997 0,371 +0,033 +9,76%
1996 0,338 +0,01 +3,05%
1995 0,328 −0,002 −0,61%
1994 0,33 −0,002 −0,6%
1993 0,332 +0,009 +2,79%
1992 0,323 −0,027 −7,71%
1991 0,35 +0,02 +6,06%
1990 0,33 +0,002 +0,61%
1989 0,328 +0,008 +2,5%
1988 0,32 −0,035 −9,86%
1987 0,355 +0,042 +13,42%
1986 0,313 +0,032 +11,39%
1985 0,281 −0,052 −15,62%
1984 0,333 +0,063 +23,33%
1983 0,27 +0,03 +12,5%
1982 0,24 −0,027 −10,11%
1981 0,267 +0,039 +17,11%
1980 0,228 −0,049 −17,69%
1979 0,277 +0,083 +42,78%
1978 0,194 −0,009 −4,43%
1977 0,203 +0,015 +7,98%
1976 0,188 +0,018 +10,59%
1975 0,17 −0,005 −2,86%
1974 0,175 −0,003 −1,69%
1973 0,178 +0,018 +11,25%
1972 0,16 −0,069 −30,13%
1971 0,229 +0,041 +21,81%
1970 0,188 −0,009 −4,57%
1969 0,197 +0,004 +2,07%
1968 0,193 +0,039 +25,32%
1967 0,154 −0,024 −13,48%
1966 0,178 +0,055 +44,72%
1965 0,123 −0,023 −15,75%
1964 0,146 +0,023 +18,7%
1963 0,123 +0,014 +12,84%
1962 0,109 −0,02 −15,5%
1961 0,129 −0,018 −12,24%
1960 0,147 +0,043 +41,35%
1959 0,104 −0,001 −0,95%
1958 0,105 +0,022 +26,51%
1957 0,083 −0,006 −6,74%
1956 0,089 +0,003 +3,49%
1955 0,086 +0,059 +218,52%
1954 0,027 −0,001 −3,57%
1953 0,028 −0,001 −3,45%
1952 0,029 −0,001 −3,33%
1951 0,03 −0,001 −3,23%
1950 0,031

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.