Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Líbano

Intensidade de carbono da economia no Líbano em 2022 — 0,315 kg/$. Posição 128 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 10,1%.

2022 0,315 kg/$ −17,97% vs 2021
Posição no mundo 128de 164
Máximo do período 0,998 kg/$1989
Mínimo do período 0,129 kg/$1954

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Líbano, 1950–202200,250,50,75119501958196619741982199019982006201420221950: 0,286 kg/$1952: 0,153 kg/$1954: 0,129 kg/$1956: 0,176 kg/$1958: 0,212 kg/$1960: 0,248 kg/$1962: 0,248 kg/$1964: 0,265 kg/$1966: 0,251 kg/$1968: 0,238 kg/$1970: 0,233 kg/$1972: 0,256 kg/$1974: 0,283 kg/$1976: 0,778 kg/$1978: 0,419 kg/$1980: 0,414 kg/$1982: 0,656 kg/$1984: 0,45 kg/$1986: 0,448 kg/$1988: 0,541 kg/$1990: 0,809 kg/$1992: 0,648 kg/$1994: 0,599 kg/$1996: 0,574 kg/$1998: 0,678 kg/$2000: 0,597 kg/$2002: 0,546 kg/$2004: 0,487 kg/$2006: 0,375 kg/$2008: 0,346 kg/$2010: 0,312 kg/$2012: 0,326 kg/$2014: 0,329 kg/$2016: 0,356 kg/$2018: 0,351 kg/$2020: 0,467 kg/$2022: 0,315 kg/$
Variação no período: +0,029 (+10,14%) Taxa média anual: 0,13 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Líbano

Líbano 0,315 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Oriente Médio e Norte da África calculado 0,332 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Países de renda média-baixa calculado 0,246 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Líbano, por ano Líbano Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,315 −0,069 −17,97%
2021 0,384 −0,083 −17,77%
2020 0,467 +0,1 +27,25%
2019 0,367 +0,016 +4,56%
2018 0,351 −0,02 −5,39%
2017 0,371 +0,015 +4,21%
2016 0,356 +0,005 +1,42%
2015 0,351 +0,022 +6,69%
2014 0,329 +0,017 +5,45%
2013 0,312 −0,014 −4,29%
2012 0,326 +0,023 +7,59%
2011 0,303 −0,009 −2,88%
2010 0,312 −0,054 −14,75%
2009 0,366 +0,02 +5,78%
2008 0,346 +0,038 +12,34%
2007 0,308 −0,067 −17,87%
2006 0,375 −0,069 −15,54%
2005 0,444 −0,043 −8,83%
2004 0,487 −0,096 −16,47%
2003 0,583 +0,037 +6,78%
2002 0,546 −0,043 −7,3%
2001 0,589 −0,008 −1,34%
2000 0,597 −0,067 −10,09%
1999 0,664 −0,014 −2,06%
1998 0,678 +0,005 +0,74%
1997 0,673 +0,099 +17,25%
1996 0,574 −0,026 −4,33%
1995 0,6 +0,001 +0,17%
1994 0,599 −0,025 −4,01%
1993 0,624 −0,024 −3,7%
1992 0,648 +0,064 +10,96%
1991 0,584 −0,225 −27,81%
1990 0,809 −0,189 −18,94%
1989 0,998 +0,457 +84,47%
1988 0,541 +0,141 +35,25%
1987 0,4 −0,048 −10,71%
1986 0,448 +0,022 +5,16%
1985 0,426 −0,024 −5,33%
1984 0,45 −0,21 −31,82%
1983 0,66 +0,004 +0,61%
1982 0,656 +0,239 +57,31%
1981 0,417 +0,003 +0,72%
1980 0,414 +0,003 +0,73%
1979 0,411 −0,008 −1,91%
1978 0,419 +0,028 +7,16%
1977 0,391 −0,387 −49,74%
1976 0,778 +0,426 +121,02%
1975 0,352 +0,069 +24,38%
1974 0,283 −0,015 −5,03%
1973 0,298 +0,042 +16,41%
1972 0,256 −0,022 −7,91%
1971 0,278 +0,045 +19,31%
1970 0,233 −0,041 −14,96%
1969 0,274 +0,036 +15,13%
1968 0,238 −0,021 −8,11%
1967 0,259 +0,008 +3,19%
1966 0,251 +0,006 +2,45%
1965 0,245 −0,02 −7,55%
1964 0,265 +0,004 +1,53%
1963 0,261 +0,013 +5,24%
1962 0,248 +0,006 +2,48%
1961 0,242 −0,006 −2,42%
1960 0,248 +0,006 +2,48%
1959 0,242 +0,03 +14,15%
1958 0,212 +0,022 +11,58%
1957 0,19 +0,014 +7,95%
1956 0,176 +0,028 +18,92%
1955 0,148 +0,019 +14,73%
1954 0,129 −0,012 −8,51%
1953 0,141 −0,012 −7,84%
1952 0,153 −0,049 −24,26%
1951 0,202 −0,084 −29,37%
1950 0,286

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.