Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Geórgia

Intensidade de carbono da economia na Geórgia em 2022 — 0,17 kg/$. Posição 66 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 23,4%.

2022 0,17 kg/$ +1,19% vs 2021
Posição no mundo 66de 164
Máximo do período 0,498 kg/$1992
Mínimo do período 0,125 kg/$1995

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Geórgia, 1973–202200,20,40,6197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,222 kg/$1980: 0,244 kg/$1981: 0,227 kg/$1982: 0,219 kg/$1983: 0,21 kg/$1984: 0,196 kg/$1985: 0,199 kg/$1986: 0,196 kg/$1987: 0,202 kg/$1988: 0,194 kg/$1989: 0,197 kg/$1990: 0,225 kg/$1991: 0,282 kg/$1992: 0,498 kg/$1993: 0,495 kg/$1994: 0,331 kg/$1995: 0,125 kg/$1996: 0,202 kg/$1997: 0,2 kg/$1998: 0,216 kg/$1999: 0,184 kg/$2000: 0,191 kg/$2001: 0,152 kg/$2002: 0,13 kg/$2003: 0,131 kg/$2004: 0,142 kg/$2005: 0,154 kg/$2006: 0,176 kg/$2007: 0,165 kg/$2008: 0,141 kg/$2009: 0,158 kg/$2010: 0,152 kg/$2011: 0,177 kg/$2012: 0,177 kg/$2013: 0,165 kg/$2014: 0,178 kg/$2015: 0,187 kg/$2016: 0,186 kg/$2017: 0,178 kg/$2018: 0,167 kg/$2019: 0,169 kg/$2020: 0,179 kg/$2021: 0,168 kg/$2022: 0,17 kg/$
Variação no período: −0,052 (−23,42%) Taxa média anual: -0,54 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Geórgia

Geórgia 0,17 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Geórgia, por ano Geórgia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,17 +0,002 +1,19%
2021 0,168 −0,011 −6,15%
2020 0,179 +0,01 +5,92%
2019 0,169 +0,002 +1,2%
2018 0,167 −0,011 −6,18%
2017 0,178 −0,008 −4,3%
2016 0,186 −0,001 −0,53%
2015 0,187 +0,009 +5,06%
2014 0,178 +0,013 +7,88%
2013 0,165 −0,012 −6,78%
2012 0,177 +0 +0%
2011 0,177 +0,025 +16,45%
2010 0,152 −0,006 −3,8%
2009 0,158 +0,017 +12,06%
2008 0,141 −0,024 −14,55%
2007 0,165 −0,011 −6,25%
2006 0,176 +0,022 +14,29%
2005 0,154 +0,012 +8,45%
2004 0,142 +0,011 +8,4%
2003 0,131 +0,001 +0,77%
2002 0,13 −0,022 −14,47%
2001 0,152 −0,039 −20,42%
2000 0,191 +0,007 +3,8%
1999 0,184 −0,032 −14,81%
1998 0,216 +0,016 +8%
1997 0,2 −0,002 −0,99%
1996 0,202 +0,077 +61,6%
1995 0,125 −0,206 −62,24%
1994 0,331 −0,164 −33,13%
1993 0,495 −0,003 −0,6%
1992 0,498 +0,216 +76,6%
1991 0,282 +0,057 +25,33%
1990 0,225 +0,028 +14,21%
1989 0,197 +0,003 +1,55%
1988 0,194 −0,008 −3,96%
1987 0,202 +0,006 +3,06%
1986 0,196 −0,003 −1,51%
1985 0,199 +0,003 +1,53%
1984 0,196 −0,014 −6,67%
1983 0,21 −0,009 −4,11%
1982 0,219 −0,008 −3,52%
1981 0,227 −0,017 −6,97%
1980 0,244
1973 0,222

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.