Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Armênia

Intensidade de carbono da economia na Armênia em 2022 — 0,194 kg/$. Posição 85 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 14,9%.

2022 0,194 kg/$ −6,73% vs 2021
Posição no mundo 85de 164
Máximo do período 0,363 kg/$1992
Mínimo do período 0,17 kg/$2006

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Armênia, 1973–20220,150,20,250,30,350,4197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,228 kg/$1980: 0,267 kg/$1981: 0,251 kg/$1982: 0,245 kg/$1983: 0,244 kg/$1984: 0,235 kg/$1985: 0,242 kg/$1986: 0,229 kg/$1987: 0,241 kg/$1988: 0,284 kg/$1989: 0,269 kg/$1990: 0,276 kg/$1991: 0,264 kg/$1992: 0,363 kg/$1993: 0,191 kg/$1994: 0,2 kg/$1995: 0,239 kg/$1996: 0,174 kg/$1997: 0,226 kg/$1998: 0,23 kg/$1999: 0,205 kg/$2000: 0,229 kg/$2001: 0,218 kg/$2002: 0,171 kg/$2003: 0,173 kg/$2004: 0,173 kg/$2005: 0,185 kg/$2006: 0,17 kg/$2007: 0,178 kg/$2008: 0,188 kg/$2009: 0,177 kg/$2010: 0,174 kg/$2011: 0,2 kg/$2012: 0,216 kg/$2013: 0,201 kg/$2014: 0,196 kg/$2015: 0,186 kg/$2016: 0,176 kg/$2017: 0,174 kg/$2018: 0,174 kg/$2019: 0,175 kg/$2020: 0,204 kg/$2021: 0,208 kg/$2022: 0,194 kg/$
Variação no período: −0,034 (−14,91%) Taxa média anual: -0,33 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Armênia

Armênia 0,194 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Ásia Ocidental calculado 0,284 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Armênia, por ano Armênia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,194 −0,014 −6,73%
2021 0,208 +0,004 +1,96%
2020 0,204 +0,029 +16,57%
2019 0,175 +0,001 +0,57%
2018 0,174 +0 +0%
2017 0,174 −0,002 −1,14%
2016 0,176 −0,01 −5,38%
2015 0,186 −0,01 −5,1%
2014 0,196 −0,005 −2,49%
2013 0,201 −0,015 −6,94%
2012 0,216 +0,016 +8%
2011 0,2 +0,026 +14,94%
2010 0,174 −0,003 −1,69%
2009 0,177 −0,011 −5,85%
2008 0,188 +0,01 +5,62%
2007 0,178 +0,008 +4,71%
2006 0,17 −0,015 −8,11%
2005 0,185 +0,012 +6,94%
2004 0,173 +0 +0%
2003 0,173 +0,002 +1,17%
2002 0,171 −0,047 −21,56%
2001 0,218 −0,011 −4,8%
2000 0,229 +0,024 +11,71%
1999 0,205 −0,025 −10,87%
1998 0,23 +0,004 +1,77%
1997 0,226 +0,052 +29,89%
1996 0,174 −0,065 −27,2%
1995 0,239 +0,039 +19,5%
1994 0,2 +0,009 +4,71%
1993 0,191 −0,172 −47,38%
1992 0,363 +0,099 +37,5%
1991 0,264 −0,012 −4,35%
1990 0,276 +0,007 +2,6%
1989 0,269 −0,015 −5,28%
1988 0,284 +0,043 +17,84%
1987 0,241 +0,012 +5,24%
1986 0,229 −0,013 −5,37%
1985 0,242 +0,007 +2,98%
1984 0,235 −0,009 −3,69%
1983 0,244 −0,001 −0,41%
1982 0,245 −0,006 −2,39%
1981 0,251 −0,016 −5,99%
1980 0,267
1973 0,228

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.