Emissões de CO₂ do petróleo — todos os países

Emissões de CO₂ do petróleo — Butão

Emissões de CO₂ do petróleo no Butão em 2024 — 0,5 Mt. Posição 31 no mundo, de um total de 213. Desde 1970, o indicador aumentou 12.325%.

2024 0,5 Mt +4,63% vs 2023
Posição no mundo 31de 213
Máximo do período 0,58 Mt2019
Mínimo do período 0 Mt1970

Evolução ao longo do tempo

1970–2024 · milhões de toneladas

Emissões de CO₂ do petróleo — Butão, 1970–202400,20,40,619701976198219881994200020062012201820241970: 0 Mt1971: 0 Mt1972: 0 Mt1973: 0 Mt1974: 0 Mt1975: 0 Mt1976: 0 Mt1977: 0,01 Mt1978: 0,01 Mt1979: 0,02 Mt1980: 0,02 Mt1981: 0,02 Mt1982: 0,03 Mt1983: 0,03 Mt1984: 0,05 Mt1985: 0,06 Mt1986: 0,06 Mt1987: 0,06 Mt1988: 0,06 Mt1989: 0,06 Mt1990: 0,08 Mt1991: 0,08 Mt1992: 0,08 Mt1993: 0,08 Mt1994: 0,09 Mt1995: 0,1 Mt1996: 0,13 Mt1997: 0,12 Mt1998: 0,13 Mt1999: 0,14 Mt2000: 0,15 Mt2001: 0,16 Mt2002: 0,17 Mt2003: 0,19 Mt2004: 0,19 Mt2005: 0,21 Mt2006: 0,22 Mt2007: 0,22 Mt2008: 0,22 Mt2009: 0,25 Mt2010: 0,31 Mt2011: 0,37 Mt2012: 0,44 Mt2013: 0,44 Mt2014: 0,43 Mt2015: 0,45 Mt2016: 0,48 Mt2017: 0,52 Mt2018: 0,56 Mt2019: 0,58 Mt2020: 0,41 Mt2021: 0,41 Mt2022: 0,48 Mt2023: 0,48 Mt2024: 0,5 Mt
Variação no período: +0,49 (+12.325%) Taxa média anual: 9,34 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 0,5 Mt
Mundo calculado 11.276,42 Mt
Ásia do Sul calculado 864,13 Mt
Ásia do Sul (sub-região) calculado 1.077,86 Mt
Países de renda média-baixa calculado 1.728,46 Mt
Emissões de CO₂ do petróleo — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano Mt Variação Variação, %
2024 0,5 +0,02 +4,63%
2023 0,48 −0 −0,63%
2022 0,48 +0,07 +16,59%
2021 0,41 +0 +1,23%
2020 0,41 −0,17 −29,57%
2019 0,58 +0,01 +1,95%
2018 0,56 +0,05 +9,09%
2017 0,52 +0,04 +7,93%
2016 0,48 +0,03 +6,21%
2015 0,45 +0,02 +4,4%
2014 0,43 −0,01 −2,48%
2013 0,44 +0 +0,23%
2012 0,44 +0,08 +20,77%
2011 0,37 +0,06 +17,68%
2010 0,31 +0,07 +26,94%
2009 0,25 +0,03 +11,36%
2008 0,22 −0 −1,79%
2007 0,22 +0,01 +2,75%
2006 0,22 +0,01 +4,31%
2005 0,21 +0,02 +7,73%
2004 0,19 +0,01 +4,86%
2003 0,19 +0,02 +10,78%
2002 0,17 +0,01 +5,03%
2001 0,16 +0,01 +8,16%
2000 0,15 +0,01 +8,09%
1999 0,14 +0,01 +5,43%
1998 0,13 +0,01 +5,74%
1997 0,12 −0 −3,17%
1996 0,13 +0,02 +22,33%
1995 0,1 +0,01 +14,44%
1994 0,09 +0,01 +7,14%
1993 0,08 +0,01 +9,09%
1992 0,08 −0 −4,94%
1991 0,08 +0 +0%
1990 0,08 +0,02 +30,65%
1989 0,06 +0 +0%
1988 0,06 +0 +5,08%
1987 0,06 +0 +7,27%
1986 0,06 −0,01 −11,29%
1985 0,06 +0,01 +21,57%
1984 0,05 +0,03 +96,15%
1983 0,03 −0 −10,34%
1982 0,03 +0,01 +31,82%
1981 0,02 +0 +22,22%
1980 0,02 +0 +0%
1979 0,02 +0,01 +63,64%
1978 0,01 +0 +57,14%
1977 0,01 +0 +75%
1976 0 +0 +0%
1975 0 +0 +0%
1974 0 +0 +0%
1973 0 +0 +0%
1972 0 +0 +0%
1971 0 +0 +0%
1970 0

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono pela queima de petróleo e seus derivados. A maior parte cabe ao transporte, e isso faz desta a mais inercial das três séries de combustíveis: uma usina pode ser substituída em alguns anos, mas a frota de automóveis se renova em cerca de quinze. É justamente por isso que a passagem para os carros elétricos se reflete nas emissões com grande atraso em relação à participação dos elétricos nas vendas.

Importante: Inclui a matéria-prima petroquímica queimada como combustível, mas não o plástico: o carbono que permanece nos produtos não entra nas emissões até que eles sejam queimados.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.