Água potável gerenciada de forma segura — todos os países

Água potável gerenciada de forma segura — Turcomenistão

Água potável gerenciada de forma segura no Turcomenistão em 2024 — 94,9%. Posição 52 no mundo, de um total de 148. Desde 2000, o indicador aumentou 26,2 p.p..

2024 94,9% +0 p.p. vs 2023
Posição no mundo 52de 148
Máximo do período 94,9%2024
Mínimo do período 68,6%2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · % da população

Água potável gerenciada de forma segura — Turcomenistão, 2000–2024607080901002000200320062009201220152018202120242000: 68,6%2001: 69,6%2002: 70,7%2003: 71,7%2004: 72,8%2005: 74,3%2006: 75,8%2007: 77,4%2008: 79%2009: 80,5%2010: 82%2011: 83,6%2012: 85,2%2013: 86,8%2014: 88,5%2015: 90,1%2016: 91,5%2017: 92,7%2018: 93,8%2019: 94,1%2020: 94,3%2021: 94,5%2022: 94,7%2023: 94,8%2024: 94,9%
Variação no período: +26,2 p.p. Média anual: 1,09 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Turcomenistão

Turcomenistão 94,9%
Mundo 73,7%
Ásia Central calculado 82,6%
Água potável gerenciada de forma segura — Turcomenistão, por ano Turcomenistão Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 94,9 +0 p.p.
2023 94,8 +0,1 p.p.
2022 94,7 +0,2 p.p.
2021 94,5 +0,2 p.p.
2020 94,3 +0,2 p.p.
2019 94,1 +0,2 p.p.
2018 93,8 +1,1 p.p.
2017 92,7 +1,2 p.p.
2016 91,5 +1,4 p.p.
2015 90,1 +1,6 p.p.
2014 88,5 +1,6 p.p.
2013 86,8 +1,6 p.p.
2012 85,2 +1,6 p.p.
2011 83,6 +1,6 p.p.
2010 82 +1,5 p.p.
2009 80,5 +1,6 p.p.
2008 79 +1,6 p.p.
2007 77,4 +1,5 p.p.
2006 75,8 +1,5 p.p.
2005 74,3 +1,5 p.p.
2004 72,8 +1,1 p.p.
2003 71,7 +1 p.p.
2002 70,7 +1 p.p.
2001 69,6 +1 p.p.
2000 68,6

Ásia Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Proporção da população com abastecimento de água potável gerenciado de forma segura — o degrau mais alto da escada da OMS e do UNICEF. São três exigências ao mesmo tempo: a fonte é melhorada e fica na moradia ou no terreno, a água está disponível quando é necessária e está livre de contaminação. É esse o indicador previsto na meta 6.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, enquanto o mais conhecido “acesso básico” exige apenas uma fonte melhorada a até meia hora de caminhada — a diferença entre as duas medidas passa de quarenta pontos percentuais em alguns países.

Importante: É mais rigoroso que o acesso básico em três aspectos ao mesmo tempo. Há menos territórios do que no indicador básico: o teste de contaminação exige dados de laboratório, que não existem em todos os lugares.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.