Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Síria

Remessas recebidas na Síria em 2010 — 1.622.538.750 US$. Posição 53 no mundo, de um total de 179. Desde 1977, o indicador aumentou 1.655%.

2010 1,62 bi US$ +20,2% vs 2009
Posição no mundo 53de 179
Máximo do período 1,62 bi US$2010
Mínimo do período 92,45 mi US$1977

Evolução ao longo do tempo

1977–2010 · US$

Remessas recebidas — Síria, 1977–20100500 mi1 bi1,5 bi2 bi1977198119851989199319972001200520091977: 92.449.997 US$1978: 635.900.024 US$1979: 901.400.024 US$1980: 773.500.000 US$1981: 436.000.000 US$1982: 410.700.012 US$1983: 386.500.000 US$1984: 321.399.994 US$1985: 349.600.006 US$1986: 323.000.000 US$1987: 334.000.000 US$1988: 360.000.000 US$1989: 430.000.000 US$1990: 385.000.000 US$1991: 350.000.000 US$1992: 550.000.000 US$1993: 352.000.000 US$1994: 535.000.000 US$1995: 339.000.000 US$1996: 313.000.000 US$1997: 238.000.000 US$1998: 220.000.000 US$1999: 198.000.000 US$2000: 180.000.000 US$2001: 170.000.000 US$2002: 135.000.000 US$2003: 889.000.000 US$2004: 855.000.000 US$2005: 823.000.000 US$2006: 795.000.000 US$2007: 1.030.442.463 US$2008: 1.325.013.920 US$2009: 1.349.880.000 US$2010: 1.622.538.750 US$
Variação no período: +1,53 bi (+1.655,04%) Taxa média anual: 9,07 %

Comparação, 2010

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Síria

Síria 1,62 bi US$
Mundo 414 bi US$
Ásia Ocidental calculado 22,59 bi US$
Países de renda baixa calculado 9,98 bi US$
Remessas recebidas — Síria, por ano Síria Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2010 1,62 bi +273 mi +20,2%
2009 1,35 bi +24,87 mi +1,88%
2008 1,33 bi +295 mi +28,59%
2007 1,03 bi +235 mi +29,62%
2006 795 mi −28 mi −3,4%
2005 823 mi −32 mi −3,74%
2004 855 mi −34 mi −3,82%
2003 889 mi +754 mi +558,52%
2002 135 mi −35 mi −20,59%
2001 170 mi −10 mi −5,56%
2000 180 mi −18 mi −9,09%
1999 198 mi −22 mi −10%
1998 220 mi −18 mi −7,56%
1997 238 mi −75 mi −23,96%
1996 313 mi −26 mi −7,67%
1995 339 mi −196 mi −36,64%
1994 535 mi +183 mi +51,99%
1993 352 mi −198 mi −36%
1992 550 mi +200 mi +57,14%
1991 350 mi −35 mi −9,09%
1990 385 mi −45 mi −10,47%
1989 430 mi +70 mi +19,44%
1988 360 mi +26 mi +7,78%
1987 334 mi +11 mi +3,41%
1986 323 mi −26,6 mi −7,61%
1985 350 mi +28,2 mi +8,77%
1984 321 mi −65,1 mi −16,84%
1983 387 mi −24,2 mi −5,89%
1982 411 mi −25,3 mi −5,8%
1981 436 mi −338 mi −43,63%
1980 774 mi −128 mi −14,19%
1979 901 mi +266 mi +41,75%
1978 636 mi +543 mi +587,83%
1977 92,45 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.