Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Palestina

Remessas recebidas na Palestina em 2025 — 693.291.253 US$. Posição 69 no mundo, de um total de 94. Desde 1995, o indicador aumentou 19,1%.

2025 693 mi US$ −5,75% vs 2024
Posição no mundo 69de 94
Máximo do período 4,6 bi US$2022
Mínimo do período 310 mi US$2003

Evolução ao longo do tempo

1995–2025 · US$

Remessas recebidas — Palestina, 1995–202502 bi4 bi6 bi199519982001200420072010201320162019202220251995: 582.100.000 US$1996: 542.300.000 US$1997: 623.300.000 US$1998: 1.058.245.498 US$1999: 1.096.285.162 US$2000: 863.808.162 US$2001: 805.742.463 US$2002: 771.775.118 US$2003: 310.077.968 US$2004: 398.558.393 US$2005: 378.337.239 US$2006: 464.056.318 US$2007: 598.543.423 US$2008: 740.724.366 US$2009: 755.235.908 US$2010: 927.139.387 US$2011: 1.141.713.036 US$2012: 1.737.049.553 US$2013: 1.489.335.822 US$2014: 1.804.542.445 US$2015: 1.817.412.109 US$2016: 2.086.576.176 US$2017: 2.378.923.437 US$2018: 2.833.912.788 US$2019: 3.152.859.814 US$2020: 2.559.660.846 US$2021: 3.760.462.368 US$2022: 4.595.305.699 US$2023: 3.244.247.812 US$2024: 735.607.752 US$2025: 693.291.253 US$
Variação no período: +111 mi (+19,1%) Taxa média anual: 0,58 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Palestina

Palestina 693 mi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Palestina, por ano Palestina Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 693 mi −42,32 mi −5,75%
2024 736 mi −2,51 bi −77,33%
2023 3,24 bi −1,35 bi −29,4%
2022 4,6 bi +835 mi +22,2%
2021 3,76 bi +1,2 bi +46,91%
2020 2,56 bi −593 mi −18,81%
2019 3,15 bi +319 mi +11,25%
2018 2,83 bi +455 mi +19,13%
2017 2,38 bi +292 mi +14,01%
2016 2,09 bi +269 mi +14,81%
2015 1,82 bi +12,87 mi +0,71%
2014 1,8 bi +315 mi +21,16%
2013 1,49 bi −248 mi −14,26%
2012 1,74 bi +595 mi +52,14%
2011 1,14 bi +215 mi +23,14%
2010 927 mi +172 mi +22,76%
2009 755 mi +14,51 mi +1,96%
2008 741 mi +142 mi +23,75%
2007 599 mi +134 mi +28,98%
2006 464 mi +85,72 mi +22,66%
2005 378 mi −20,22 mi −5,07%
2004 399 mi +88,48 mi +28,53%
2003 310 mi −462 mi −59,82%
2002 772 mi −33,97 mi −4,22%
2001 806 mi −58,07 mi −6,72%
2000 864 mi −232 mi −21,21%
1999 1,1 bi +38,04 mi +3,59%
1998 1,06 bi +435 mi +69,78%
1997 623 mi +81 mi +14,94%
1996 542 mi −39,8 mi −6,84%
1995 582 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.