Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Arábia Saudita

Remessas recebidas na Arábia Saudita em 2025 — 350.569.479 US$. Posição 75 no mundo, de um total de 94. Desde 2005, o indicador aumentou 273,5%.

2025 351 mi US$ +3,58% vs 2024
Posição no mundo 75de 94
Máximo do período 351 mi US$2025
Mínimo do período 93,87 mi US$2005

Evolução ao longo do tempo

2005–2025 · US$

Remessas recebidas — Arábia Saudita, 2005–20250100 mi200 mi300 mi400 mi200520072009201120132015201720192021202320252005: 93.866.667 US$2006: 105.600.000 US$2007: 123.466.667 US$2008: 216.186.667 US$2009: 214.400.000 US$2010: 236.480.000 US$2011: 243.733.333 US$2012: 245.920.000 US$2013: 268.773.333 US$2014: 273.304.000 US$2015: 295.434.400 US$2016: 317.361.867 US$2017: 290.788.000 US$2018: 334.914.667 US$2019: 334.029.333 US$2020: 302.253.072 US$2021: 294.914.320 US$2022: 287.040.447 US$2023: 312.346.189 US$2024: 338.466.643 US$2025: 350.569.479 US$
Variação no período: +257 mi (+273,48%) Taxa média anual: 6,81 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Arábia Saudita

Arábia Saudita 351 mi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Arábia Saudita, por ano Arábia Saudita Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 351 mi +12,1 mi +3,58%
2024 338 mi +26,12 mi +8,36%
2023 312 mi +25,31 mi +8,82%
2022 287 mi −7,87 mi −2,67%
2021 295 mi −7,34 mi −2,43%
2020 302 mi −31,78 mi −9,51%
2019 334 mi −885.333 −0,26%
2018 335 mi +44,13 mi +15,17%
2017 291 mi −26,57 mi −8,37%
2016 317 mi +21,93 mi +7,42%
2015 295 mi +22,13 mi +8,1%
2014 273 mi +4,53 mi +1,69%
2013 269 mi +22,85 mi +9,29%
2012 246 mi +2,19 mi +0,9%
2011 244 mi +7,25 mi +3,07%
2010 236 mi +22,08 mi +10,3%
2009 214 mi −1,79 mi −0,83%
2008 216 mi +92,72 mi +75,1%
2007 123 mi +17,87 mi +16,92%
2006 106 mi +11,73 mi +12,5%
2005 93,87 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.