Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Omã

Remessas recebidas em Omã em 2024 — 39.011.704 US$. Posição 149 no mundo, de um total de 160. Desde 1978, o indicador aumentou 34,7%.

2024 39,01 mi US$ +0% vs 2023
Posição no mundo 149de 160
Máximo do período 43,43 mi US$1985
Mínimo do período 28,95 mi US$1978

Evolução ao longo do tempo

1978–2024 · US$

Remessas recebidas — Omã, 1978–202425 mi30 mi35 mi40 mi45 mi19781983198819931998200320082013201820231978: 28.951.941 US$1979: 32.715.691 US$1980: 34.742.329 US$1981: 40.532.715 US$1982: 43.427.910 US$1983: 43.427.910 US$1984: 43.428.223 US$1985: 43.428.539 US$1986: 39.268.875 US$1987: 39.011.703 US$1988: 39.011.703 US$1989: 39.011.703 US$1990: 39.011.703 US$1991: 39.011.703 US$1992: 39.011.703 US$1993: 39.011.703 US$1994: 39.011.703 US$1995: 39.011.704 US$1996: 39.000.000 US$1997: 39.000.000 US$1998: 39.000.000 US$1999: 39.000.000 US$2000: 39.000.000 US$2001: 39.011.704 US$2002: 39.011.704 US$2003: 39.011.704 US$2004: 39.011.704 US$2005: 39.011.704 US$2006: 39.011.704 US$2007: 39.011.704 US$2008: 39.011.704 US$2009: 39.011.704 US$2010: 39.011.704 US$2011: 39.011.704 US$2012: 39.011.704 US$2013: 39.011.704 US$2014: 39.011.704 US$2015: 39.011.704 US$2016: 39.011.704 US$2017: 39.011.704 US$2018: 39.011.704 US$2019: 39.011.704 US$2020: 39.011.704 US$2021: 39.011.704 US$2022: 39.011.704 US$2023: 39.011.704 US$2024: 39.011.704 US$
Variação no período: +10,06 mi (+34,75%) Taxa média anual: 0,65 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Omã

Omã 39,01 mi US$
Mundo 857 bi US$
Ásia Ocidental calculado 18,8 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Omã, por ano Omã Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 39,01 mi +0 +0%
2023 39,01 mi +0 +0%
2022 39,01 mi +0 +0%
2021 39,01 mi +0 +0%
2020 39,01 mi +0 +0%
2019 39,01 mi +0 +0%
2018 39,01 mi +0 +0%
2017 39,01 mi +0 +0%
2016 39,01 mi +0 +0%
2015 39,01 mi +0 +0%
2014 39,01 mi +0 +0%
2013 39,01 mi +0 +0%
2012 39,01 mi +0 +0%
2011 39,01 mi +0 +0%
2010 39,01 mi +0 +0%
2009 39,01 mi +0 +0%
2008 39,01 mi +0 +0%
2007 39,01 mi +0 +0%
2006 39,01 mi +0 +0%
2005 39,01 mi +0 +0%
2004 39,01 mi +0 +0%
2003 39,01 mi +0 +0%
2002 39,01 mi +0 +0%
2001 39,01 mi +11.704 +0,03%
2000 39 mi +0 +0%
1999 39 mi +0 +0%
1998 39 mi +0 +0%
1997 39 mi +0 +0%
1996 39 mi −11.704 −0,03%
1995 39,01 mi +1 +0%
1994 39,01 mi +0 +0%
1993 39,01 mi +0 +0%
1992 39,01 mi +0 +0%
1991 39,01 mi +0 +0%
1990 39,01 mi +0 +0%
1989 39,01 mi +0 +0%
1988 39,01 mi +0 +0%
1987 39,01 mi −257.172 −0,65%
1986 39,27 mi −4,16 mi −9,58%
1985 43,43 mi +317 +0%
1984 43,43 mi +313 +0%
1983 43,43 mi +0 +0%
1982 43,43 mi +2,9 mi +7,14%
1981 40,53 mi +5,79 mi +16,67%
1980 34,74 mi +2,03 mi +6,19%
1979 32,72 mi +3,76 mi +13%
1978 28,95 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.