Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Iraque

Remessas recebidas no Iraque em 2024 — 696.300.000 US$. Posição 95 no mundo, de um total de 160. Desde 2005, o indicador caiu 2,1%.

2024 696 mi US$ −40,06% vs 2023
Posição no mundo 95de 160
Máximo do período 1,16 bi US$2023
Mínimo do período 3,1 mi US$2007

Evolução ao longo do tempo

2005–2024 · US$

Remessas recebidas — Iraque, 2005–20240500 mi1 bi1,5 bi200520072009201120132015201720192021202320242005: 711.100.000 US$2006: 388.900.000 US$2007: 3.100.000 US$2008: 70.900.000 US$2009: 152.000.000 US$2010: 176.700.000 US$2011: 223.000.000 US$2012: 271.000.000 US$2013: 727.000.000 US$2014: 729.400.000 US$2015: 1.004.500.000 US$2016: 986.400.000 US$2017: 1.088.500.000 US$2018: 741.700.000 US$2019: 859.200.000 US$2020: 644.400.000 US$2021: 839.500.000 US$2022: 1.098.400.000 US$2023: 1.161.700.000 US$2024: 696.300.000 US$
Variação no período: −14,8 mi (−2,08%) Taxa média anual: -0,11 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Iraque

Iraque 696 mi US$
Mundo 857 bi US$
Ásia Ocidental calculado 18,8 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Iraque, por ano Iraque Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 696 mi −465 mi −40,06%
2023 1,16 bi +63,3 mi +5,76%
2022 1,1 bi +259 mi +30,84%
2021 840 mi +195 mi +30,28%
2020 644 mi −215 mi −25%
2019 859 mi +118 mi +15,84%
2018 742 mi −347 mi −31,86%
2017 1,09 bi +102 mi +10,35%
2016 986 mi −18,1 mi −1,8%
2015 1 bi +275 mi +37,72%
2014 729 mi +2,4 mi +0,33%
2013 727 mi +456 mi +168,27%
2012 271 mi +48 mi +21,52%
2011 223 mi +46,3 mi +26,2%
2010 177 mi +24,7 mi +16,25%
2009 152 mi +81,1 mi +114,39%
2008 70,9 mi +67,8 mi +2.187,1%
2007 3,1 mi −386 mi −99,2%
2006 389 mi −322 mi −45,31%
2005 711 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.