Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Líbano

Remessas recebidas no Líbano em 2023 — 6.696.174.320 US$. Posição 28 no mundo, de um total de 173. Desde 2002, o indicador aumentou 163,2%.

2023 6,7 bi US$ +4,05% vs 2022
Posição no mundo 28de 173
Máximo do período 7,61 bi US$2016
Mínimo do período 2,54 bi US$2002

Evolução ao longo do tempo

2002–2023 · US$

Remessas recebidas — Líbano, 2002–202302 bi4 bi6 bi8 bi200220052008201120142017202020232002: 2.544.451.535 US$2003: 4.742.999.661 US$2004: 5.591.436.083 US$2005: 4.924.310.615 US$2006: 5.202.237.750 US$2007: 5.769.240.000 US$2008: 7.180.590.000 US$2009: 7.558.138.454 US$2010: 6.914.055.025 US$2011: 6.877.547.082 US$2012: 6.671.241.575 US$2013: 7.566.589.340 US$2014: 7.190.794.585 US$2015: 7.480.817.047 US$2016: 7.605.729.645 US$2017: 7.061.853.364 US$2018: 6.977.962.174 US$2019: 7.370.928.673 US$2020: 6.593.406.648 US$2021: 6.353.531.674 US$2022: 6.435.335.349 US$2023: 6.696.174.320 US$
Variação no período: +4,15 bi (+163,17%) Taxa média anual: 4,72 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Líbano

Líbano 6,7 bi US$
Mundo 796 bi US$
Ásia Ocidental calculado 29,46 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 375 bi US$
Remessas recebidas — Líbano, por ano Líbano Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 6,7 bi +261 mi +4,05%
2022 6,44 bi +81,8 mi +1,29%
2021 6,35 bi −240 mi −3,64%
2020 6,59 bi −778 mi −10,55%
2019 7,37 bi +393 mi +5,63%
2018 6,98 bi −83,89 mi −1,19%
2017 7,06 bi −544 mi −7,15%
2016 7,61 bi +125 mi +1,67%
2015 7,48 bi +290 mi +4,03%
2014 7,19 bi −376 mi −4,97%
2013 7,57 bi +895 mi +13,42%
2012 6,67 bi −206 mi −3%
2011 6,88 bi −36,51 mi −0,53%
2010 6,91 bi −644 mi −8,52%
2009 7,56 bi +378 mi +5,26%
2008 7,18 bi +1,41 bi +24,46%
2007 5,77 bi +567 mi +10,9%
2006 5,2 bi +278 mi +5,64%
2005 4,92 bi −667 mi −11,93%
2004 5,59 bi +848 mi +17,89%
2003 4,74 bi +2,2 bi +86,41%
2002 2,54 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.