Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Países de renda baixa

Remessas recebidas nos países de renda baixa em 2023 — 15.956.590.201 US$. Desde 1999, o indicador aumentou 420,5%.

2023 15,96 bi US$ −1,84% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 16,26 bi US$2022
Mínimo do período 3,07 bi US$1999

Evolução ao longo do tempo

1999–2023 · US$

Remessas recebidas — Países de renda baixa, 1999–202305 bi10 bi15 bi20 bi1999200220052008201120142017202020231999: 3.065.793.563 US$2000: 3.241.136.834 US$2003: 5.132.853.670 US$2004: 5.623.888.756 US$2005: 5.089.325.261 US$2006: 5.556.654.816 US$2007: 6.762.787.054 US$2008: 8.520.406.698 US$2009: 8.102.037.111 US$2010: 9.978.120.061 US$2011: 9.292.459.327 US$2012: 11.231.119.695 US$2013: 12.031.002.312 US$2014: 13.077.448.001 US$2015: 13.740.895.906 US$2016: 13.659.768.547 US$2017: 10.355.082.652 US$2018: 13.260.162.098 US$2019: 12.535.889.322 US$2020: 12.483.042.691 US$2021: 13.576.225.258 US$2022: 16.256.415.261 US$2023: 15.956.590.201 US$
Variação no período: +12,89 bi (+420,47%) Taxa média anual: 7,11 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda baixa

Países de renda baixa 15,96 bi US$
Mundo 796 bi US$
Remessas recebidas — Países de renda baixa, por ano Países de renda baixa Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 15,96 bi −300 mi −1,84%
2022 16,26 bi +2,68 bi +19,74%
2021 13,58 bi +1,09 bi +8,76%
2020 12,48 bi −52,85 mi −0,42%
2019 12,54 bi −724 mi −5,46%
2018 13,26 bi +2,91 bi +28,05%
2017 10,36 bi −3,3 bi −24,19%
2016 13,66 bi −81,13 mi −0,59%
2015 13,74 bi +663 mi +5,07%
2014 13,08 bi +1,05 bi +8,7%
2013 12,03 bi +800 mi +7,12%
2012 11,23 bi +1,94 bi +20,86%
2011 9,29 bi −686 mi −6,87%
2010 9,98 bi +1,88 bi +23,16%
2009 8,1 bi −418 mi −4,91%
2008 8,52 bi +1,76 bi +25,99%
2007 6,76 bi +1,21 bi +21,71%
2006 5,56 bi +467 mi +9,18%
2005 5,09 bi −535 mi −9,51%
2004 5,62 bi +491 mi +9,57%
2003 5,13 bi
2000 3,24 bi +175 mi +5,72%
1999 3,07 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.